Guy Marchand — Du Côté De La Porte Des Lillas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Du Côté De La Porte Des Lillas" de Guy Marchand.
Letra
Quand je passe par là-bas de la porte des Lilas, là
Je me dis que ça fait bien longtemps qu’on cueille plus de lilas, là
J’ai comme de drôles de vapeurs de douche municipale, sale
Quand je perdais de samedi mon odeur animale, mâle
Quand je passe par là-bas de la porte des Lilas, là
Je lis là sur le pavé, y a mon passé qui gît là
Ma mère entre eux baisers me donne des taloches, mioches
Je suis dans mes petits souliers, je remets mes galoches
J’aime le parfum du dix neuvième même si ça donne le teint blême
J’avais pas le genre des beaux quartiers
On ne peut jamais changer celui qu’on a toujours été
Quand je passe par là-bas de la porte des Lilas, là
Je me dis que ça fait bien longtemps qu’on cueille plus de lilas, là
Au milieu des rues, souvenirs d’impressions passagères, j’erre
Le vernis craque et je revis des voluptés vulgaires, chères
Quand je passe par là-bas de la porte des Lilas, là
Je lis là sur le pavé, y a mon passé qui gît là
Y a l’atmosphère dans le fond de l’air de ma tendre misère fière
Un chewing gum déjà mâché qu’on ramassait par terre
J’aime le parfum du dix neuvième même si ça donne le teint blême
J’avais pas le genre des beaux quartiers
On ne peut jamais changer celui qu’on a toujours été
Quand je passe par là-bas de la porte des Lilas, là
Je me dis que ça fait bien longtemps qu’on cueille plus de lilas, là
J’ai comme de drôles de vapeurs de douche municipale, sale
Quand je perdais de samedi mon odeur animale, mâle
Tradução da letra
Quando passo pela porta dos Lilases, lá
Acho que já passou muito tempo desde que escolhemos mais lilases.
Gosto de vapores de chuveiro municipais engraçados, Sujos
Quando perdi no sábado o meu cheiro de animal, macho
Quando passo pela porta dos Lilases, lá
Eu li lá no pavimento, lá está o meu passado que está lá
A minha mãe beijá-los Dá-me saltos altos, querida.
Estou nos meus sapatos, devolvo as minhas Galochas
Eu amo a fragrância do décimo nono, mesmo se ele dá a mancha de pele
Não tinha o tipo do bairro.
Nunca poderás mudar o que sempre foste
Quando passo pela porta dos Lilases, lá
Acho que já passou muito tempo desde que escolhemos mais lilases.
No meio das ruas, memórias de impressões fugazes, vagueio
As rachaduras de verniz e eu revivo prazeres vulgares, querida
Quando passo pela porta dos Lilases, lá
Eu li lá no pavimento, lá está o meu passado que está lá
Há a atmosfera no fundo do ar da minha tenra miséria orgulhosa
Uma pastilha já mastigada que recolhemos no chão.
Eu amo a fragrância do décimo nono, mesmo se ele dá a mancha de pele
Não tinha o tipo do bairro.
Nunca poderás mudar o que sempre foste
Quando passo pela porta dos Lilases, lá
Acho que já passou muito tempo desde que escolhemos mais lilases.
Gosto de vapores de chuveiro municipais engraçados, Sujos
Quando perdi no sábado o meu cheiro de animal, macho