Guy Beart — Chanson pour ma vieille letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Chanson pour ma vieille" de Guy Beart.
Letra
Je n’ai plus de pain, je n’ai plus de vin, je n’ai plus que toi, ma vieille
Je n’ai plus que toi qui cours ma voix, la nuit lorsque je m’veille
Et ma bouche mord encore et encore
Le lait que tu me portes, qu’il est doux alors
Tandis que tout dort de boire de la sorte
Je n’ai plus de feu, je n’ai plus de lieu
Je n’ai plus que toi, ma vieille
Si l’aigle a son nid, l’homme a son logis et la chatte sa corbeille
Quand la bise me mord, encore et encore
De tes bras tu me couvres et l, je m’endors
Bien mieux qu’au-dehors ou le roi dans son Louvre
Je n’ai plus de foi, je n’ai plus de loi, je n’ai plus que toi, ma vieille
Une fleur m’a pris une aile et je suis prisonnier comme une abeille
Je l’aime et je mords, encore et encore
La fleur de l’amertume, elle est jaune d’or
Depuis, je ne dors, la fivre me consume
Je n’ai plus de fille, je n’ai plus d’ami
Je n’ai plus que toi, ma vieille
O sont-ils partis? Ah this-le-moi, this, toi seule toi qui me veilles
Et pourtant je mords, encore et encore
La main que tu me donnes lorsqu’enfin la mort
La berce et l’endort, seule, elle me pardonne
Lorsque enfin la mort
La berce et l’endort, seule, elle me pardonne.
Tradução da letra
Não tenho mais pão, Não tenho mais vinho, só te tenho a ti, minha velha
Só te tenho a ti a tocar a minha voz, à noite quando acordo
E a minha boca morde de novo e de novo
O leite que me carregas, que é doce então
Enquanto todos dormem a beber assim
Não tenho fogo, Não tenho lugar
Tudo o que tenho és tu, velhota.
Se a águia tem o seu ninho, o homem tem a sua cabana e a rata o seu lixo
Quando o beijo me morde, uma e outra vez
Com os teus braços tu cobres-me e eu adormeço
Muito melhor do que fora ou o rei no seu Louvre.
Não tenho fé, Não tenho lei, só te tenho a ti, minha velhota.
Uma flor tomou a minha asa e eu sou um prisioneiro como uma abelha
Adoro e mordo, uma e outra vez
A flor da amargura, é amarela dourada
Desde então, não durmo, a febre consome-me.
Já não tenho uma filha, já não tenho um amigo.
Tudo o que tenho és tu, velhota.
Eles foram-se embora? Ah, isso, isso, só você me observa.
E mesmo assim eu mordo, de novo e de novo
A mão que me dás quando finalmente morrer
Calma e dorme, sozinha, ela perdoa-me.
Quando finalmente a morte
Descansar e dormir, sozinha, ela perdoa-me.