Guillaume Grand — Par mes mots letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Par mes mots" de Guillaume Grand.

Letra

Comme les jours et le temps,
N’attendent pas qu’tu sois grand,
Comme les ratés, les erreurs,
N’attendent pas qu’il soit l’heure,
Pour te rappeler encore,
Par de violents orages,
Que très vite y a la mort,
N’oublie jamais ton âge,
Attends qu’il soit grand,
Attends qu’il soit gage,
Qu’une extrême connaissance,
T’assure avantage,
Il y en qui la mange,
Il y en a qui la crache,
Cette morale qui des anges,
Rend plus beau, rend plus tache,
Soit disant existant,
Des écrits bienveillants,
Belle bloche, bien pensante,
Parait-il surveillant,
Tout là-haut, virevoltant,
Tout là-haut accueillant,
Nos âmes égarées,
De dix ans, de mille ans,
Par mes mots, par mes lèvres,
S’il m'était donné,
D’aborder, par mes lèvres,
D’aborder le sujet,
Je te dirai petit,
Te soufflerai nouveau,
A ce monde abruti,
Où n’existe que le faux,
De ne pas oublier
Que jamais n’a volé,
Ni Pégase, ni poulet,
Ni même ange bien ailé,
Même de ma loi en sein,
Bâtie de nos mains,
V’là encore le malsain,
Le bâtisseur en vain,
Qui au nom d’un grand rien,
Au nom d’un grand A,
De leur vie ont payé
Des maisons pour les ça,
Et au-delà des mots,
Au-delà des coups,
Oh jamais, arrêtez de rabaisser le coût,
Comme les jours et le temps,
N’attendent pas qu’tu sois grand,
Comme les ratés, les erreurs,
N’attendent pas qu’il soit l’heure,
Pour te rappeler encore
Par de violents orages
Que très vite puis y a la mort,
N’oublie jamais ton âge…
Attends qu’il soit grand,
Attends qu’il soit gage,
Qu’une extrême connaissance,
T’assure avantage,
Il y en qui la mange,
Il y en a qui la crache,
Cette morale qui des anges,
Rend plus beau, rend plus tache…
(Merci à Dominique Revay pour cettes paroles)

Tradução da letra

Como os dias e o tempo,
Não esperes que cresças,
Como fracassos, erros,
Não esperes que chegue a hora,
Para te lembrar de novo,
Por tempestades violentas,
Que muito em breve há morte,
Nunca te esqueças da tua idade.,
Espera até ele ser grande.,
Espera até ele ser candidato,
Esse conhecimento extremo,
Assegurar-se de que beneficia,
Alguns comem.,
Alguns cospem.,
Esta moral que os anjos,
Faz mais bonita, faz mais nódoa,
Os chamados existentes,
Escritos benevolentes,
Belos boches, bem pensado,
Ele parece supervisionar,
Tudo lá em cima, girando,
Todos lá em cima acolhedores,
As nossas almas perdidas,
Dez anos, mil anos,
Pelas minhas palavras, pelos meus lábios,
Se mo dessem,
A aproximar - me, pelos meus lábios,
Abordar o tema,
Eu digo-te, miúdo.,
Vou chupar-te outra vez.,
Para este mundo estúpido,
Onde só existe o falso,
Não esquecer
Que nunca roubou,
Nada de Pégaso, nada de frango.,
Nem sequer um anjo bem alado,
Até a minha lei interior,
Construído com as nossas mãos,
Aqui novamente os doentes,
O construtor em vão,
Que em nome de um grande nada,
Em nome de um grande A,
Das suas vidas pagaram
Casas para aqueles,
E além das palavras,
Além dos golpes,
Oh nunca, pare de baixar o custo,
Como os dias e o tempo,
Não esperes que cresças,
Como fracassos, erros,
Não esperes que chegue a hora,
Para te lembrar de novo
Por tempestades violentas
Que muito rapidamente, então, há a morte.,
Nunca te esqueças da tua idade.…
Espera até ele ser grande.,
Espera até ele ser candidato,
Esse conhecimento extremo,
Assegurar-se de que beneficia,
Alguns comem.,
Alguns cospem.,
Esta moral que os anjos,
Faz mais bonita, faz mais nódoa…
(Graças a Dominique Revay por estas palavras)