Grupo Exterminador — La Troca del Moño Negro letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Troca del Moño Negro" de Grupo Exterminador.
Letra
Yo se lo dije a mi padre
Quiero que vengas conmigo
Quiero pistiar esta noche
Como dos grandes amigos
Para decirte papa lo mucho que te a querido
No mas me acompañaras
Hasta ver la madrugada
Porque cuando raye el sol
Tengo una bronca pesada
Si no me vuelves a ver
La suerte ya estaba echada
No es que te quiera alarmar
Pero tengo un sentimiento
Nomas te quiero decir
Que se a llegado el momento
La muerte viene por mi Yo tengo el presentimiento
Nomas te quiero pedir
Que no me llores si muero
Desde muy chico creí
Que eras el hombre deacero
No te vallas a doblar
Cuando me quiten el cuero
Dame un abrazo papa
Tal vez sea la despedida
Tu has sido mi protector
También mi madre querida
Tu fuisteis un gran señor
Y eso nunca se me olvida
Me tienden sobre mi troca
Si de esta no salgo vivo
En la cintura mi escuadra
También me cuerno de chivo
Para que en mi funeral
Quiero que vallan conmigo
Pónganle un moño a mi troca
Y me la pintan de negro
Que me sirva de carrosa
Con rumbo así al cementerio
Y guárdenla en el garaje
Que tiene mucho recuerdos
Tradução da letra
Eu disse ao meu pai
Quero que venhas comigo
Quero fazer uma festa esta noite
Como dois grandes amigos
Para te dizer Pai o quanto te amava
Não mais me acompanharás
Até ao amanhecer
Porque quando o sol arranhar
Tenho uma bronca pesada
Se não me voltares a ver
A sorte já estava lançada
Não é que te queira alarmar
Mas tenho um sentimento
Só quero dizer te
Que se chegue a hora
A morte vem por mim eu tenho o pressentimento
Só quero pedir te
Não chores se eu morrer
Desde muito pequeno acreditei
Que eras o homem deacero
Não vás dobrar
Quando me tirarem o couro
Dá me um abraço pai
Talvez seja a despedida
Foste o meu protector
Também a minha mãe querida
Você foi um grande senhor
E isso nunca me esquece
Tendem me sobre a minha tralha
Sim desta não saio vivo
Na cintura meu esquadrão
Eu também corno de Bode
Para que no meu funeral
Quero que me acompanhem
Ponham um laço na minha tralha
E pintam - me de preto
Que me sirva de carrosa
Rumo ao cemitério
E guardem na na garagem
Que tem muitas memórias