Grave Digger — The Grave Digger letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Grave Digger" de Grave Digger.
Letra
Six feet under I’m still alive
Six feet under I’ve found my paradise
When I left, the skies were sober
I took this shrine last October
In this house of gloom and glory
I’m living now and tell my story
I’ve sold my soul, I’ve lived a lie
Come and hear my silent cry.
In the silence of the night
Where I shiver with affright
I reflect these wasted years
When I played with hopes and fears.
He took my life, I’ve lost control
He killed my wife, he sold my soul
The grave is open, the digger smiles
He takes me under, the deadly skies
The grave digger.
I’m shouting, crying, I feel the pain
I’m shouting, dying, I’m nameless brain
The chains of lies, no chance for heaven
All my sins are unforgiven
From time to time I’m going insane
I feel the hunger in my veins
To kill this nightmare in my head
And to save me from the dead
In the silence of the night
Where I shiver with affright
I reflect these wasted years
When I played with hopes and fears.
He took my life, I’ve lost control
He killed my wife, he sold my soul
The grave is open, the digger smiles
He takes me under, the deadly skies
The grave digger, the grave digger.
From time to time I’m going insane
I feel the hunger in my veins
To kill this nightmare in my head
And to save me from the dead
Tradução da letra
Seis pés debaixo de mim ainda estou vivo.
Seis pés debaixo de mim encontrei o meu paraíso
Quando saí, os céus estavam sóbrios.
Tomei este santuário em outubro passado.
Nesta casa de tristeza e glória
Agora vivo e conto a minha história
Vendi a minha alma, vivi uma mentira
Vem ouvir o meu grito silencioso.
No silêncio da noite
Onde tremo de afeição
Reflecti estes anos desperdiçados.
Quando brincava com esperanças e medos.
Ele tirou-me a vida, perdi o controlo.
Ele matou a minha mulher, vendeu a minha alma.
O túmulo está aberto, o coveiro sorri
Ele leva-me para baixo, os céus mortais
Coveiro.
Estou a gritar, a chorar, sinto a dor
Estou a gritar, a morrer, sou um cérebro sem nome
As correntes das mentiras, sem chance para o céu
Todos os meus pecados são imperdoáveis
De vez em quando estou a enlouquecer.
Sinto a fome nas minhas veias
Para matar este pesadelo na minha cabeça
E para me salvar dos mortos
No silêncio da noite
Onde tremo de afeição
Reflecti estes anos desperdiçados.
Quando brincava com esperanças e medos.
Ele tirou-me a vida, perdi o controlo.
Ele matou a minha mulher, vendeu a minha alma.
O túmulo está aberto, o coveiro sorri
Ele leva-me para baixo, os céus mortais
O coveiro, o coveiro.
De vez em quando estou a enlouquecer.
Sinto a fome nas minhas veias
Para matar este pesadelo na minha cabeça
E para me salvar dos mortos