Gordon Vincent — Deconstruction Baby letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Deconstruction Baby" de Gordon Vincent.

Letra

It costs too much
It takes too long
It’s everything
It’s all day long
A walk in the park
A spin on the wheel
It’s in your head
It’s only real
Give it away, give it away!
Underwraps
Dragged in by the cat
Sunk like a treasure
Was brimming with pleasure
Now it hurts like pain
Wet with rain
Something you did
When you were a kid
Give it away, give it away!
Give it away, give it away,
Give it away!
Inside your pocket
The watch on the chain
The hand on the dial
That raises the cane
It never runs down
It never gets lost
Never gets loose
It never gets off
Give it away, give it away!
Cause I feel so unsure
I can’t hold it no more
Give it away, give it away,
Give it away!
You blow my mind
You test my nerve
You test my love
Around every curve
I can’t find
You enough
You’re just so hard
You play so rough
Give it away, give it away!
Cause I cannot hold it up
I never know when enough is enough!
Give it away, give it away,
Give it away!
Don’t you want me, baby
Don’t you need me, baby
Don’t you read me, baby
Anymore?
You’re my deconstruction baby
Number one hundred seventeen and forty-four
Give it away, give it away,
Give it away!

Tradução da letra

Custa demasiado.
Demora muito tempo.
É tudo.
É o dia todo
Um passeio no parque
Um giro na roda
Está na tua cabeça.
É só real.
Dá-mo, dá-mo!
Sub-precintas
Arrastado pelo gato
Afundado como um tesouro
Estava cheio de prazer
Agora dói como a dor
Molhada de chuva
Algo que fizeste
Quando eras criança
Dá-mo, dá-mo!
Dá-o, dá-o,
Dá cá isso!
Dentro do teu bolso
O relógio na corrente
A mão no mostrador
Isso levanta a bengala
Nunca corre para baixo
Nunca se perde
Nunca se solta
Nunca sai
Dá-mo, dá-mo!
Porque me sinto tão insegura
Não aguento mais.
Dá-o, dá-o,
Dá cá isso!
Deixas-me boquiaberto
Testaste o meu nervo.
Tu testas o meu amor
Em todas as curvas
Não consigo encontrar
Já chega.
És tão duro
Jogas tão mal
Dá-mo, dá-mo!
Porque não consigo segurá-lo
Nunca sei quando é suficiente!
Dá-o, dá-o,
Dá cá isso!
Não me queres, querida
Não precisas de mim, querida
Não me leias, querida
Mais?
És a minha desconstrução, querida.
Número cento e dezassete e quarenta e quatro
Dá-o, dá-o,
Dá cá isso!