Gloria Morti — Evermorose letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Evermorose" de Gloria Morti.

Letra

The bare white bones peeled
From flesh tainted pale
Bodies of murdered children
Whose prayers echoed unheard
Whose bodies gave in Under the weight of stone
Abused beyond tolerance
carved hollow of pride and life
Their bodies, hidden in the marshes
Left for scavangers to nurture
The life breathing fluids
absorbed to the fertile land
Remnants of life long lost
In which parasites now nestle
None but the mare itself mourns
by their unnamed, dank tombs
Insects toil restless
Working on tender flesh
The scale fooling murders
That only the trees witnessed
No tears accompany the victims rest
Soil as their skin
They lay rotted beneath these meadows
Forever morose
These woodlands hide many secrets
Destinies uncharted by the living
No one grieves for unborn
The blind indulge in ignorance
No one bears to guilt
Here they lay adormant
Their putrid hands reaching for heaven
No one grieves for unborn
The deal indulge in ignorance
No one bears the guilt

Tradução da letra

Os ossos brancos descascados
De carne pálida contaminada
Corpos de crianças assassinadas
Cujas orações ecoaram inauditas
Cujos corpos cederam sob o peso de pedra
Abusado para além da tolerância
carved hollow of pride and life
Os seus corpos, escondidos nos pântanos
Deixado para os necrófagos cuidarem
Os fluidos respiratórios vitais
absorvido pela terra fértil
Restos de vida há muito perdidos
Em que os parasitas agora se aninham
Só a égua chora
pelos seus túmulos sem nome, afundados
Insectos trabalham inquietos
Trabalhando em carne tenra
A escala de crimes enganadores
Que só as árvores testemunharam
Não há lágrimas que acompanhem as vítimas.
O solo como a sua pele
Eles apodreceram Debaixo destes prados
Para sempre moroso
Estas florestas escondem muitos segredos.
Destinos inexplorados pelos vivos
Ninguém chora por nascer
Os cegos entregam-se à ignorância.
Ninguém suporta a culpa
Aqui jazem adormantes
Suas mãos pútridas alcançando o céu
Ninguém chora por nascer
O acordo deixa-se levar pela ignorância.
Ninguém suporta a culpa