Giusy Ferreri — Neve porpora letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Neve porpora" de Giusy Ferreri.
Letra
Quest’ultima notte
Se così che sarà
So che mi verrai a cercar
Forse a Londra o chissà
Se a Berlino o ad Amsterdam
Sola mi perderò.
Una luna ruffiana
ha mandato i suoi angeli qui
E le distanze ovunque sembran più nemmeno esistere
Non si era visto mai poiché ha cercato mai
ogni istante un brivido,
domani chi lo sa!
Quest’ultima notte
così breve ormai
vorrei viverla stringendoti qui a me Durerà un eternità
Come dicono nei film
mentre suona un cantico d’amor
Una luna ruffiana
ha mandato i suoi angeli qui
E l’inverno non mi sembra più così impassibile
Non si era visto mai poiché ha vissuto mai
in ogni istante un brivido
Una realtà incognita.
Arde il cielo su noi
Brucian tutte le città
e le stelle affondano
su neve porpora
solo l’amore può salvar
ora puoi perdonare
E' beffarda la luna e tutti quanti i suoi angeli qui
Tutti i rancori adesso affondano su neve porpora
In questo insolito inverno
E chi si sta amando tra i dannati falò
Nuove rose stan fiorendo già su neve porpora,
porpora.
(Grazie a Alessio Simonella per questo testo)
Tradução da letra
Esta noite
Se assim for
Sei que virá à minha procura.
Talvez em Londres ou quem sabe
Em Berlim ou Amesterdão
Vou perder-me sozinho.
Uma lua rufia
ele enviou os seus anjos para cá.
E as distâncias em todo o lado parecem já não existir
Ele nunca se tinha visto desde que nunca procurou
cada instante uma emoção,
amanhã quem sabe!
Esta noite
tão curto agora
Eu gostaria de vivê-lo segurando-te aqui para mim vai durar para sempre
Como dizem nos filmes
enquanto toca uma canção de amor
Uma lua rufia
ele enviou os seus anjos para cá.
E o inverno já não parece tão impassível.
Ele nunca se tinha visto desde que nunca viveu.
cada momento uma emoção
Uma realidade desconhecida.
O céu arde em nós
Brucian todas as cidades
e as estrelas afundam
na neve púrpura
só o amor pode salvar
agora podes perdoar
Troça da lua e de todos os seus anjos aqui.
Todos os rancores agora afundam-se na neve púrpura
Neste inverno invulgar
E que está amando entre as malditas fogueiras
New stan roses florescendo já na neve púrpura,
roxo.
(Agradecimentos a Alessio Simonella por este texto)