Giulio De Gennaro — Ma tu ci credi tu letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ma tu ci credi tu" de Giulio De Gennaro.
Letra
Ma tu ci credi tu la piazza era deserta
il monumento bianco
dormiva come sempre
sul marciapiedi nero
gettavo i fallimenti
e non avevo un Dio
cui chiedere pietà.
E mi guardavo indietro
contando le sconfitte
contando le mie sbornie
contando le mie donne
faceva freddo sai
ma cosa vuoi a quell’ora
c'è solo la Maria
per uno come me.
Maria che vende il corpo
e io vendo poesia
in fondo siamo uguali
io e sta povera Maria
con gli occhi di velluto
il viso un poco esangue
c'è già la prima ruga
però che belle gambe.
Ciao come stai Maria
io bene e il tuo lavoro
scrivo qualche poesia
che ormai compri solo tu scrivo qualche canzone
che più nessuno canta
ma cosa dici dai
non ti buttare giù.
Sta zitta un po' Maria
non senti un vento strano
è una carezza calda
eppure è già natale
forse ho bevuto troppo
o è solo fantasia
ma vedo un’astronave
di fronte all’osteria
Corriamo su Maria
chiediamogli un passaggio
Qui non lasciamo niente
soltanto un po' di gente
Che non ci ha mai amato
che non ci ha mai capito
Che ci ha sempre truffato
che ci ha sempre tradito
E un tuffo tra le stelle
la terra è ormai lontana
si sente una regina
Maria la puttana
rimane solamente
in quell’assurda via
una borsetta nera
un fuoco e una poesia.
E rombano i motori
la gente guarda in su domani sui giornali
ci sarà un Ufo in più
ed il curato in chiesa
dirà che non è vero
che una puttana possa
essere assunta in cielo.
(Grazie a max per questo testo)
Tradução da letra
Mas acredita que a praça estava deserta.
o monumento branco
ele dormiu como sempre.
na calçada preta
falhas de lançamento
e eu não tinha um Deus
pedir misericórdia.
E olhei para trás
Contagem de derrotas
contando com a minha ressaca
contando com as minhas mulheres
estava frio.
mas o que queres nessa altura?
há apenas a Maria
para alguém como eu.
A Mary a vender o corpo.
e vendo poesia
afinal de contas, somos iguais
eu e esta pobre Maria
com olhos de veludo
a cara um pouco sem sangue
já há a primeira ruga
mas belas pernas.
Olá, Como Estás, Maria?
eu bem e o teu trabalho
Escrevo poesia.
que agora você compra só você escreve uma canção
que já ninguém canta
mas o que você diz de
Não desças.
Cala-Te, Maria.
não sentes um vento estranho
é uma carícia quente.
mas já é Natal.
talvez tenha bebido demais.
ou é apenas fantasia
mas vejo uma nave espacial.
em frente à Taberna
Vamos correr com a Maria.
vamos pedir-lhe boleia.
Aqui não deixamos nada
apenas algumas pessoas.
Que nunca nos amou
que nunca nos compreenderam
Que sempre nos traiu
que sempre nos traiu
E um mergulho nas estrelas
a terra está longe
parece uma rainha
Maria, a puta
só resta
dessa forma absurda
uma bolsa preta
um fogo e um poema.
E os motores rugem
as pessoas olham para cima amanhã nos jornais.
haverá um OVNI extra.
e o curador na Igreja
ele dirá que não é verdade.
que uma puta pode
para ser contratado no céu.
(Obrigado ao max por este texto)