Gillian Welch — Tear My Stillhouse Down letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Tear My Stillhouse Down" de Gillian Welch.

Letra

Put no stone at my head, no flowers on my tomb
No gold plated sign in a marble pillared room
The one thing I want when they lay me in the ground
When I die, tear my stillhouse down
Oh tear my stillhouse down, let it go to rust
Don’t leave no trace of the hiding place where I made that evil stuff
For all my time and money, no profit did I see
That old copper kettle was the death of me
When I was a child way back in the hills
I laughed at the men who tended those stills
But that old mountain shine, it caught me somehow
When I die, tear my stillhouse down
Oh tear my stillhouse down, let it go to rust
Don’t leave no trace of the hiding place where I made that evil stuff
For all my time and money no profit did I see
That old copper kettle was the death of me
Oh tell all your children that Hell ain’t no dream
'Cause Satan he lives in my whiskey machine
And in my time of dying, I know where I’m bound
So when I die, tear my stillhouse down
Oh tear my stillhouse down, let it go to rust
Don’t leave no trace of the hiding place where I made that evil stuff
For all my time and money no profit did I see
That old copper kettle was the death of me

Tradução da letra

Não coloque pedra na minha cabeça, nem flores no meu túmulo
Não há sinais banhados a ouro numa sala de mármore.
A única coisa que quero quando me deitarem no chão
Quando eu morrer, derruba a minha casa de descanso
Oh derruba a minha casa de descanso, deixa-a enferrujar
Não deixes vestígios do esconderijo onde fiz aquela coisa má.
Por todo o meu tempo e dinheiro, nenhum lucro eu vi
Aquela velha chaleira de cobre foi a minha morte.
Quando eu era criança, nos montes
Ri-me dos homens que cuidavam daqueles alambiques.
Mas aquela velha montanha brilha, apanhou-me de alguma forma
Quando eu morrer, derruba a minha casa de descanso
Oh derruba a minha casa de descanso, deixa-a enferrujar
Não deixes vestígios do esconderijo onde fiz aquela coisa má.
Por todo o meu tempo e dinheiro nenhum lucro eu vi
Aquela velha chaleira de cobre foi a minha morte.
Diz a todos os teus filhos que o inferno não é um sonho
Porque Satanás ele vive na minha máquina de uísque
E no meu tempo de morrer, sei onde estou amarrado
Então, quando eu morrer, derruba a minha casa de repouso
Oh derruba a minha casa de descanso, deixa-a enferrujar
Não deixes vestígios do esconderijo onde fiz aquela coisa má.
Por todo o meu tempo e dinheiro nenhum lucro eu vi
Aquela velha chaleira de cobre foi a minha morte.