Gerardina Trovato — Sognare sognare letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sognare sognare" de Gerardina Trovato.

Letra

Mi sveglio come sempre la mattina
senza sapere mai che cosa fare
Faccio due passi e poi
ritorno giùa dormire
Non c'èpiùniente che mi fa impazzire
non c'èpiùun uomo che mi fa morire
l’unica cosa bella èdormire, èdormire, dormire
Rit. E sognare, e sognare, e sognare
e sognare dei topi che mangiano gatti
o dei pettirossi che mangiano falchi e poi…
rubare il vento a un aquilone
gridare senza una ragione
correre forte come pazzi
a piedi nudi sopra i sassi
vivere adesso e non domani
come gli zingari sul prato
bere la piggia dalle mani…
senza tempo a senza nome
Senza nome
Passeggio tra la gente, per le strade
tra quella scia, quella delle borgate
mi siedo stanca e indifferente
Mi sono messa troppo oro addosso
mi s’avvicina un tipo brutto e grasso
mi chiede se lìvicino c'èun gabinetto
Rit. Saràmeglio sognare, e sognare, e sognare
e sognare dei topi che mangiamo gatti
o dei pettirossi che mangiano falchi e poi…
rubare il vento a un aquilone
gridare senza una ragione
correre forte come pazzi
a piedi nudi sopra i sassi
vivere adesso e non domani
come gli zingari sul prato
bere la piggia dalle mani…
E questa voglia di ballare
sopra una nuvola sul mare
tra due roccie sotto il sole
mentre qualcuno spacca un cuore
e questa voglia di giocare
senza piùguanti con la neve
morire prima d’invecchiare
Non ho piùil terrore di essere normale
di essere normale…
di essere normale…
(Grazie ad Anna 85 per questo testo)

Tradução da letra

Acordo como sempre de manhã.
sem saber o que fazer
Vou dar uma volta e depois ...
volta a dormir.
Não há mais vento que me enlouqueça.
não há homem que me faça morrer
a única coisa bonita é Dormir, Dormir, Dormir
Rit. E sonha, e sonha, e sonha
e sonha com ratos a comer gatos
ou pettirosses que comem falcões e depois…
roubar o vento de um papagaio
gritando sem motivo
corre com força como uma louca
descalço nas rochas
viver agora e não amanhã
como ciganos no relvado
beber piggia das mãos…
intemporal para sem nome
Anonimo
Caminhando entre as pessoas, nas ruas
entre aquela trilha, a das aldeias
Sinto-me cansado e indiferente
Pus demasiado ouro em mim.
um tipo gordo e feio aproxima-se de mim.
ele pergunta-me se há uma casa de banho aqui perto.
Rit. Será melhor sonhar, sonhar e sonhar
e sonha com ratos que comemos gatos
ou pettirosses que comem falcões e depois…
roubar o vento de um papagaio
gritando sem motivo
corre com força como uma louca
descalço nas rochas
viver agora e não amanhã
como ciganos no relvado
beber piggia das mãos…
E este desejo de dançar
sobre uma nuvem sobre o mar
entre duas rochas sob o sol
enquanto alguém parte um coração
e este desejo de brincar
acabaram-se as luvas com neve.
morre antes que envelheças.
Já não tenho o terror de ser normal.
ser normal…
ser normal…
(Agradecimentos a Anna 85 por este texto)