Georges Chelon — La ballade des fantômes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La ballade des fantômes" de Georges Chelon.

Letra

Dans la vieille maison
Y a des rêves qui traînent
Y a d’la mélancolie
Des gens qui se promènent
A minuit
Ils traversent les murs sans problème
Et le long des couloirs
Ils balancent leurs chaînes
Avec bruit
Ils jettent un froid quand ils passent
Quand ils regagnent leurs places
Autour de la table basse
Pour y passer la nuit
Ils restent assis sans rien dire
Comme des mannequins de cire
Tout un passé à maudire
Peut-être pour l'éternité
Compagnons d’insomnies
A la mémoire pleine
De souvenirs jaunis
Ces boulets que l’on traîne
Toute une vie
J’ignore votre histoire
Mais je connais la mienne
Etre mort ou vivant
C’est du pareil au même
Quand la nuit, le passé vous rattrape
S’ouvre sous vous comme une trappe
Quand les regrets arrivent en grappes
Pour vous tirer par le c? ur Amis fantômes, je lève mon verre
Seul parmi nous je peux le faire
Je bois à l’oubli salutaire
Je bois pour ne plus avoir peur
Dans la vieille maison
Y a des rêves qui traînent
Y a d’la mélancolie
Souvent je me promène
Vers minuit
Je traverse les murs sans problème
Et le long des couloirs
Je balance mes chaînes
Avec bruit

Tradução da letra

Na velha casa
Há sonhos por aí
Há melancolia
Pessoas a andar por aí
Meia
Passam pelas paredes sem problemas.
E pelos corredores
Balançam as correntes
Com ruído
Eles atiram um resfriado quando passam
Quando regressarem aos seus lugares
À volta da mesa de café
Passar lá a noite
Sentam-se e não dizem nada.
Como bonecos de cera
Um passado inteiro para amaldiçoar
Talvez para a eternidade
Companheiros de insónia
Memória completa
De memórias amareladas
Estas bolas que arrastamos
Vida
Não conheço a tua história.
Mas eu sei o meu
Estar vivo ou morto
É do mesmo para o mesmo
Quando a noite, o passado te alcança
Abre-se debaixo de TI como uma escotilha
Quando os arrependimentos aparecem em grupos
Para te matar através do c? amigos fantasmas, eu levanto o meu copo
Só entre nós posso fazê-lo
Bebo ao esquecimento saudável
Bebo para deixar de ter medo.
Na velha casa
Há sonhos por aí
Há melancolia
Muitas vezes eu ando
Por volta da meia-noite
Atravesso as paredes sem problemas.
E pelos corredores
Eu baloiço as minhas correntes
Com ruído