Gandhi — Mientras tanto letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mientras tanto" de Gandhi.

Letra

Cansado de ver, el mundo a mis espaldas el sueño gris de mis manos aladas
Q nunca alcanzan la gloria final del ser
Soy solo un yo, un simple humano
Muriendo sin pensar, rasgando el aire por respuestas
Pidiendo más, pidiendo más tiempo al tiempo
Pude gritarle adiós al día de mi momento
Llorando estoy sin aliento y en silencio
Con las manos vacías, con el alma perdida
Queriendo alzar vuelo antes de tiempo
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi
Soy sol, soy piedra, soy dios
Y muero como un suspiro, despacio y sin hacer ruido
Y en el cuarto de atrás encontrando el vacío
Soy solo un yo, un simple humano
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi, tras de mi
Pero quiero gritar al viento mi pasado
Quiero soñar con la esperanza de recibir la absolución
Por ser un mártir de la nada
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi
No quiero morir, dejando solo polvo tras de mi
Y aunque muera mañana San José me abraza hoy
Sin saber q llevo el alma muerta
En mi osamenta de papel

Tradução da letra

Cansado de ver, o mundo nas minhas costas o sonho cinzento das minhas mãos aladas
Q nunca alcançam a glória final do ser
Sou apenas um EU, um simples humano
Morrendo sem pensar, rasgando o ar por respostas
Pedindo mais, pedindo mais tempo ao tempo
Podia ter gritado adeus ao dia do meu momento
Chorando estou sem fôlego e em silêncio
De mãos vazias, de alma perdida
Querendo levantar voo antes do tempo
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim
Sou sol, sou pedra, sou deus
E eu morro como um suspiro, devagar e sem fazer barulho
E no quarto de trás, encontrando o vazio
Sou apenas um EU, um simples humano
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim, atrás de mim
Mas quero gritar ao vento o meu passado
Quero sonhar com a esperança de receber a absolvição
Por ser um mártir do nada
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim
Não quero morrer, deixando só pó atrás de mim
E mesmo que morra amanhã São José me abraça hoje
Sem saber que levo a alma morta
Na minha ousamenta de papel