Fughu — Inertia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Inertia" de Fughu.

Letra

The countless ages that confix this nebula
now stand before me like old shadows from the past.
A huge and uniform monster seeking out to bite
the pitiful remains of my soul and my mind.
In screams I wake and find myself roaming inert,
nowhere…
Sometimes I dream of going back where I belong
but the infinite space tread on my wings of hope.
I’ve seen my wasted life decay so many times.
The circle of existence is laughing at my cries.
Faraway…
more faraway than heaven.
Condemned to be forever beholder of the human race.
Yesterdays, tomorrows and todays
all creeping on my brain in towers of insanity.
From my majestic throne I have no chance but watch
millions of civilizations similar to ours.
And now I see what kind of illness we became
to Earth…
Mankind is so pathetic, doesn’t realize.
Can not destroy this planet, not in it’s short life.
The Earth with fever could erase it from it’s path
and start again, I know it, and I don’t give a fuck.
Faraway…
but closer than you are
you, puppet left behind by those who now control your mind.
On my way of loneliness and pain
I still have things to learn until the shadows leave me again
But after all this time, I still don’t understand your game, Lord.
They take me in their hearts 'cause they don’t understand my game Lord.
One day I’ll realize that I’m the smallest piece on your board.
One day they’ll realize that they’re the smallest piece on my board.
I’m sinking on delirium
and coming back to life…

Tradução da letra

As inúmeras idades que confundem esta nebulosa
agora fique diante de mim como velhas sombras do passado.
Um monstro enorme e uniforme à procura de morder
os restos lamentáveis da minha alma e da minha mente.
Em gritos acordo e encontro-me a vaguear inerte,
longe…
Às vezes sonho em voltar para onde pertenço
mas o espaço infinito Pisa nas minhas asas de esperança.
Já vi a minha vida desperdiçada deteriorar-se tantas vezes.
O círculo da existência está a rir-se dos meus gritos.
Distante…
mais longe do que o céu.
Condenado a ser eternamente observador da raça humana.
Ontem, amanhã e hoje
todos a rastejar no meu cérebro em Torres de insanidade.
Do meu trono majestoso Não tenho outra hipótese senão assistir
milhões de civilizações semelhantes às nossas.
E agora vejo que tipo de doença nos tornamos
para a Terra…
A humanidade é tão patética que não se apercebe.
Não pode destruir este planeta, não em sua curta vida.
A terra com febre pode apagá-la do seu caminho.
e começar de novo, eu sei, e estou-me nas tintas.
Distante…
mas mais perto do que tu
tu, fantoche deixado para trás por aqueles que agora controlam a tua mente.
No meu caminho de solidão e dor
Ainda tenho coisas para aprender até que as sombras me deixem de novo.
Mas depois de todo este tempo, ainda não entendo o seu jogo, Senhor.
Eles levam-me nos seus corações porque não entendem o meu senhor do jogo.
Um dia vou perceber que sou a peça mais pequena da tua prancha.
Um dia vão perceber que são a peça mais pequena da minha prancha.
Estou a afundar-me no delírio
e voltar à vida…