From The Shallows — Dead Bolted Hell letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dead Bolted Hell" de From The Shallows.

Letra

Waving arms like distant flags
We cry out in agony
A heartless breath of horror lingering
In the deepest depth of midnight
We’ve done this to ourselves
We’re bleeding on the shackles of binding hate
A cold clasp of rape clentched and gnawing at our flesh
This is what we’ve told the world time and time again
Confined and contorted distorted as an unscathing
blasphemy and mask of ourselves
This force moves us in ways we cant describe
Its such a wretchid torment
We’ve done this to ourselves
And i reach for your hand father god
Hoping to escape the gates of this deadbolted hell
DEADBOLTED HELL!
WE CAN NEVER GET FREE
THIS IS OUR HELL
His tears fell from the sky as his body gave way
We pierced and betrayed him on his cross that day
His blood dripping onto our hate strickened faces
Waving arms like distant flags
He cried out in agony
His feet were severed so quickly
And He could only pray for death
A heartless breath of horror lingering
In the deepest depth of midnight
We’ve done this to ourselves
We’re bleeding on the shackles of binding hate
A cold clasp of rape clentched and gnawing at our flesh
He lifts his head to the heavens with prayer for we Our souls deserve eternal damnation
But he has forgiven us of our ignorance and malcontent
And he has died for us time and time again
A prophetic resurection fufilled on that horrendous grave
And we lacerate our throats with sharp blasphemous incantations

Tradução da letra

Agitando braços como bandeiras distantes
Gritamos em agonia
Uma respiração sem coração de horror que persiste
Na profundidade mais profunda da meia-noite
Fizemos isto a nós próprios.
Estamos a sangrar nas algemas do ódio.
Um fecho frio de violação agarrado e a roer a nossa carne
Isto é o que dissemos ao mundo vezes sem conta.
Confinada e contorcida como uma desenrascada
blasfémia e máscara de nós mesmos
Esta força move-nos de formas que não podemos descrever
É um tormento tão miserável.
Fizemos isto a nós próprios.
E eu alcanço a tua mão Pai Deus
Esperando escapar dos portões deste inferno aceso
QUE INFERNO!
NUNCA PODEREMOS SER LIVRES
ESTE É O NOSSO INFERNO.
As suas lágrimas caíram do céu quando o seu corpo cedeu
Atravessámo-lo e traímo-lo na cruz naquele dia.
O sangue dele a pingar nas nossas caras odiadas
Agitando braços como bandeiras distantes
Ele gritou em agonia
Os pés dele foram cortados tão depressa.
E ele só podia rezar pela morte.
Uma respiração sem coração de horror que persiste
Na profundidade mais profunda da meia-noite
Fizemos isto a nós próprios.
Estamos a sangrar nas algemas do ódio.
Um fecho frio de violação agarrado e a roer a nossa carne
Ele levanta a cabeça para os céus com a oração para que as nossas almas mereçam a condenação eterna.
Mas ele perdoou-nos da nossa ignorância e descontentamento.
E ele morreu por nós uma e outra vez
Uma ressurreição profética alimentada naquele terrível túmulo.
E dilaceramos as nossas gargantas com fortes encantamentos blasfemos