Frehel — Chanson tendre letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Chanson tendre" de Frehel.
Letra
Comme aux beaux jours de nos vingt ans
Par ce clair matin de printemps
J’ai voulu revoir tout là-bas
L’auberge au milieu des lilas
On entendait sous les branches
Les oiseaux chanter dimanche
Et ta chaste robe blanche
Paraissait guider mes pas
Tout avait l’air à sa place
Même ton nom dans la glace
Juste à la place où s’efface
Quoi qu’on fasse
Toute trace
Et je croyais presque entendre
Ta voix tendre murmurer
«Viens plus près»
J'étais ému comme autrefois
Dans cette auberge au fond des bois
J’avais des larmes dans les yeux
Et je trouvais ça merveilleux
Durant toute la journée
Après tant et tant d’années
Dans ta chambre abandonnée
Je nous suis revus tous deux
Mais rien n'était à sa place
Je suis resté, tête basse,
À me faire dans la glace
Face à face
La grimace
Enfin, j’ai poussé la porte
Que m’importe
N i ni
C’est fini !
Pourtant, quand descendit le soir
Je suis allé tout seul m’asseoir
Sur le banc de bois vermoulu
Où tu ne revins jamais plus
Tu me paraissais plus belle
Plus charmante, plus cruelle
Qu’aucune de toutes celles
Pour qui mon cœur a battu
Et je rentrai, l'âme lasse,
Chercher ton nom dans la glace
Juste à la place où s’efface
Quoi qu’on fasse
Toute trace
Mais avec un pauvre rire
J’ai cru lire:
Après tout,
On s’en fout !
Tradução da letra
Como nos belos dias dos nossos vinte anos
Por esta manhã,
Eu queria ver tudo lá de novo.
A pousada no meio de lilases
Ouvimos debaixo dos ramos.
Os pássaros cantam domingo
E o teu vestido branco casto
Parecia guiar os meus passos
Tudo olhou em seu lugar
Até o teu nome no gelo
Apenas no lugar onde se desvanece
O que quer que façamos
Rastro
E quase pensei ter ouvido
Sua voz suave murmurando
"Aproximacao»
Fiquei comovido como antes.
Nesta pousada no fundo da floresta
Tinha lágrimas nos olhos
E eu achei maravilhoso.
Durante todo o dia
Depois de tantos anos
No teu quarto abandonado
Voltei a ver-nos aos dois.
Mas nada estava no seu lugar
Eu fiquei, cabeça para baixo,
Para me fazer no gelo
Cara a cara
Careta
Finalmente, empurrei a porta
O que me importa?
N i ni
Acabou !
Porém, quando desceu à noite,
Fui sozinho sentar-me.
No Banco do absinto
Onde nunca mais voltas
Parecias-me mais bonita.
Mais charmoso, mais cruel
Que nenhum destes
Para quem o meu coração bate
E voltei para casa, alma cansada,
À procura do teu nome no gelo
Apenas no lugar onde se desvanece
O que quer que façamos
Rastro
Mas com um riso pobre
Pensei que tinha lido:
Afinal de contas,
Não queremos saber !