Freelance Whales — Broken Horse letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Broken Horse" de Freelance Whales.
Letra
October’s got those orange eyes
But somehow I still lost sight
When you lifted the lid off of my pumpkin head
And kissed me goodnight
She could be a thorn in my side
We never quite broke that horse
She slept in the cul-de-sac rye
Seven miles from my front porch
Bundle up and come with me now
Down the road where to the burned down barn
We could make a blanket of coats
And breathe our souls into the neighbor’s front lawn
But, oh god, that look in your eye
Trouble that does not search words
It sprung from the biblical vine and
Awaiting to return to the dirt
The stitches in your winter clothes
Your cello bows
We stole your hair to make them
We’re sorry for the iron shoes
We nailed to you
And stuck you in the rain
And then you sprinted away
Sprinted away to where I don’t know
God’s moving in your bloodstream
Where the cross beats aren’t so slow
You swept all the red from my cheeks
I didn’t hear you come back inside
I light up the gas in the den
And stand there in the thin winter light
But, oh god, that curve in your spine
A question mark, a doctor’s sigh
Was framed by the windowsill
And you saw something I did not in that night
You saw something I did not in that night
The stitches in your winter clothes
Your cello bows
We stole your hair to make them
We’re sorry for the iron shoes
We nailed to you
And stuck you in the rain
And then you sprinted away
Sprinted away to where I don’t know
God’s moving in your bloodstream
Where the cross beats aren’t so slow
God’s moving in your bloodstream
Where the cross beats aren’t so slow…
Tradução da letra
October tem aqueles olhos cor-de-laranja
Mas, de alguma forma, ainda perdi a visão.
Quando levantaste a tampa da minha cabeça de abóbora
E deu-me um beijo de boa noite
Ela pode ser um espinho no meu lado
Nunca quebrámos o cavalo.
Ela dormiu no pão de centeio.
Sete milhas do meu alpendre.
Agasalha-te e vem comigo agora.
Pela estrada até ao celeiro incendiado
Podíamos fazer um cobertor de casacos.
E respiramos as nossas almas no Jardim do vizinho
Mas, oh Deus, esse olhar nos teus olhos
Problemas que não procuram palavras
Ele surgiu da videira bíblica e
À espera de regressar à terra
Os pontos nas tuas roupas de Inverno
Os teus laços de violoncelo
Roubámos-te o cabelo para os fazer.
Pedimos desculpa pelos sapatos de ferro.
Estamos pregados a ti
E enfiou-te na chuva
E depois fugiste
Fugiu para onde eu não sei.
Deus está a mover-se na tua corrente sanguínea.
Onde as batidas da cruz não são tão lentas
Tiraste-me todo o vermelho das bochechas
Não te ouvi voltar para dentro.
Eu acendo o gás na toca
E ficar ali na fina luz de Inverno
Mas, oh Deus, essa curva na tua coluna
Um ponto de interrogação, um suspiro de médico
Foi tramado pelo parapeito da janela
E tu viste algo que eu não vi naquela noite.
Viste algo que eu não vi naquela noite.
Os pontos nas tuas roupas de Inverno
Os teus laços de violoncelo
Roubámos-te o cabelo para os fazer.
Pedimos desculpa pelos sapatos de ferro.
Estamos pregados a ti
E enfiou-te na chuva
E depois fugiste
Fugiu para onde eu não sei.
Deus está a mover-se na tua corrente sanguínea.
Onde as batidas da cruz não são tão lentas
Deus está a mover-se na tua corrente sanguínea.
Onde as batidas da cruz não são tão lentas…