Frédéric François — Mamina letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mamina" de Frédéric François.
Letra
Elle était debout la première
Nous allumés la cuisinière
Quand l’hiver on est pas froid
MAMINA
Alors qu’il faisait encore nuit
Elle habillait les plus petits
Préparé le chocolat
MAMINA
Sa veste en laine sur les épaules
Elle nous emmenait à l'école
On aimaient voir les magasins en chemin
Ont étaient pauvre
On évitaient la belle vitrine du pâtissier
Mais d’amour on en manquaient pas
MAMINA
Je la revoie dans la grisaille
Marcher seule au bord du canal
Des sacs très lourds à chaque bras
MAMINA
Le soir assisse au coin du feu
Elle fatiguait ses pauvres yeux
En reprisant nos tabliers d'écoliers
Dans les maisons du voisinage
Elle s’en allait faire des ménages
Afin de ramener chez nous
Quelques sous
Avec huit enfants à nourrir
Faut s’accrocher pour s’en sortir
Elle n’a jamais baissé les bras
MAMINA
Elle ne se plaint jamais de rien
Mais la maison et le jardin doivent
Lui sembler un désert sans mon père
Elle à deux alliances à son doigt
La sienne et celle de papa
Et je sais que sous les étoiles
Elle lui parle
Et lorsque ses petits enfants
Vont l’embrasser tous en même temps
Elle ne peut retenir ses larmes la vieille dame
(Grazie a ness per questo testo)
Tradução da letra
Ela estava de pé na primeira
Acendemos o fogão.
Quando o inverno não está frio
MAMINA
Enquanto ainda era noite
Ela vestiu os pequenos.
Chocolate preparado
MAMINA
O casaco de lã nos ombros
Ela ia levar-nos à escola.
Gostávamos de ver as lojas no caminho.
Foram pobres
Evitámos a bela vitrine do Pasteleiro.
Mas não perdemos o amor
MAMINA
Vejo-a de novo no cinzento
Caminhar sozinho na beira do canal
Sacos muito pesados em cada braço
MAMINA
À noite, Sentai-vos junto ao fogo,
Ela cansou os seus pobres olhos
Buscar os aventais da escola
Nas casas do bairro
Ela ia para casa.
A fim de trazer para casa
Alguns cêntimos
Com oito crianças para alimentar
Tens de te aguentar para te safares.
Ela nunca desistiu dos braços
MAMINA
Ela nunca se queixa de nada.
Mas a casa e o jardim devem
Para parecer um deserto sem o meu pai
Ela tem dois anéis no dedo
Dele e do Pai.
E eu sei que sob as estrelas
Ela fala com ele.
E quando os seus filhinhos
Vão beijá-la ao mesmo tempo
Ela não consegue conter as suas lágrimas a velhota
(Graças a ness por este texto)