Franz Josef Degenhardt — Ja, es gibt diese Abende noch letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ja, es gibt diese Abende noch" de Franz Josef Degenhardt.

Letra

Ja, es gibt diese Abende noch,
wenn der Himmel kreist überm Moor,
die Starenschwärme ums Wolken-Riff brausen.
Sieh aber nach, ob nicht doch
die Lohe am Bruch hinterm Rohr,
wo in Containern die Fremden hausen,
nur Widerschein ist von der Feuersbrunst
der Sonne hinter dem rauchigen Dunst
Diese stillen Morgen auch
in diesem blau-silbernen Licht.
Da möchte man sich und die Birken küssen
Doch da stehen paar mit nacktem Bauch
und Glatzen, die schämen sich nicht.
in diesen friedlichen Weiher zu pissen
Warum auch! Stell Dich doch einfach dazu
und vetpiss diese idyllische Ruh.
Und mittags im Heidekraut —
Libellen zittern vorbei.
Beim Küssen und Kosen und Lausen und Lecken
erinnert der Star-Fighter laut,
daß weit hinten in der Türkei
Freunde. Genossen gefoltert verrecken,
Die Feuerpsuae kein Frieden ist
und Du das Waffenversteck nicht vergißt.
Ich kenn nur diese eine Zeit,
wo Verbrechen und Bäume blühn.
Noch immer sing ich dazu meine Lieder.
Die finsteren Zeiten, das Leid,
sollten sie einmal wirklich vergehn,
die kommen todsicher irgendwann wieder
in Nächten, in denen im Baumgespinst
der Nachtvogel schreit und der Speckmond grinst.

Tradução da letra

Sim, estas noites ainda existem.,
quando o céu gira sobre a Charneca,
os enxames de Estornos rugem à volta do Recife das nuvens.
Mas vê se não
o buraco na fenda atrás do cano,
onde estranhos vivem em contentores,
só o reflexo é da conflagração
o sol por trás da neblina fumada
Esta manhã silenciosa também
nesta luz azul-prateada.
Já que queres beijar-te a ti e aos pássaros
Mas há um casal com barriga nua
e homens carecas, não têm vergonha.
Mijando nesta pacífica Lagoa
Porquê? Fica aí.
e vetpiss este descanso idílico.
E ao meio-dia, no urze —
As libélulas tremem no passado.
Enquanto beijava, curtia e lambia e lambia
lembra o star Fighter em voz alta,
tão atrás na Turquia
Faz amigos. Camaradas torturados a morrer,
O fogo Psuae não é paz
e não te esqueças do esconderijo das armas.
Só sei desta vez.,
onde o crime e as árvores florescem.
Ainda canto as minhas canções.
Os tempos negros, o sofrimento,
se alguma vez morreres,
eles vão voltar um dia destes.
nas noites em que na árvore
o pássaro da noite chora, e a lua de bacon rosna.