Francis Cabrel — Los Atajos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Los Atajos" de Francis Cabrel.
Letra
Yo caminaba sin mirar
Tu sólo mirabas sin caminar
Y así sin más nos conocimos
Con su guitarra cada cuál
Con su silencio cada cuál
Se nos cruzaron los destinos
Dijiste tú cuando no hay sentimientos
Las mariposas van detrás del viento
Tomemos un camino al azar
Y así al caer la noche
De puente en puente
Dejamos lejos la ciudad
Sólo oíamos las notas
De la tierra en las botas
Bajo aquella luna gris
Pasan los días sin sentir
Cuando es enero cuando es abril
Y no pensamos en volver
Entre las nubes como dos
Aves de absurda migración
Buscando faldas donde hurgar
El cazador perseguía sus presas
Hay que escapar o acaba su mesa
Tomemos los atajos que es mejor
Y así al caer la noche
De puente en puente
Dejamos lejos la ciudad
Sólo oiamos las notas
De la tierra en las botas
Bajo aquella luna gris
Recuerdo bien que alguna vez
Salieron perros a morder
Nuestras figuras al andar
Y alguna piedra fue a caer
Entre tú y yo pero ya ves
No hay quíen nos pueda detener
Y así al caer la noche
De puente en puente
Dejamos lejos la ciodad
Sólo escuchamos las notas
De la tierra en las botas
Bajos la misma luna gris
Tradução da letra
Eu caminhava sem olhar
Tu só olhavas sem andar
E assim conhecemo nos
Com sua guitarra, cada qual
Com seu silêncio cada qual
Cruzaram nos os destinos
Disseste tu, quando não há sentimentos
As borboletas vão atrás do vento
Vamos dar um caminho aleatório
E assim ao cair da noite
De ponte em ponte
Deixamos a cidade longe
Só ouvíamos as notas
Da terra nas botas
Debaixo daquela lua cinzenta
Passam os dias sem sentir
Quando é janeiro, quando é abril
E não pensamos em voltar
Entre as nuvens como dois
Aves de migração absurda
Procurando por saias onde picar
O caçador perseguia suas presas
Temos de fugir ou acaba a mesa
Vamos pegar os atalhos que é melhor
E assim ao cair da noite
De ponte em ponte
Deixamos a cidade longe
Só ouvimos as notas
Da terra nas botas
Debaixo daquela lua cinzenta
Lembro-me bem que alguma vez
Cães saíram para morder
Nossas figuras ao andar
E alguma Pedra FOI cair
Entre nós mas vês
Não há quem nos possa deter
E assim ao cair da noite
De ponte em ponte
Deixamos a ciodad longe
Só ouvimos as notas
Da terra nas botas
Sob a mesma lua cinzenta