Fondo Flamenco — No Pierdas la Fe letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Pierdas la Fe" de Fondo Flamenco.

Letra

Tiene un corazón, que es un altavoz
¿dónde perdiste la cabeza?
Brilla con el sol, se muere de pena
Cuando se asoma la tormenta
Tiene el corazón lleno de tiritas, Manuel
Curando las heridas de la vida
Luchando siempre contra la del sida
No se escucha su corazón pero le grita:
Manuel, no pierdas la fe
Que sino no aguantare
Y muero con cada botella
Manuel, vive debajo de un mantel
Duerme en un cajero
Aunque no tenga cuenta ni dinero
Manuel, despierta y sácame
Que cada vez lato mas lento
Y tengo frío aquí en tu pecho
Le despierta el sol, y eso es un regalo
Para los tiempos en los que estamos
Lleva una guitarra, y un reloj parado
Es lo que le quedo de aquellos años
Y de noche aveces se escucha
Cantando su corazón ahí
Corriendo bajo la lluvia
Y suena fuerte su altavoz:
Manuel, no pierdas la fe
Que sino no aguantare
Y muero con cada botella
Manuel, vive debajo de un mantel
Duerme en un cajero
Aunque no tenga cuenta ni dinero
Manuel, despierta y sácame
Que cada vez lato mas lento
Y tengo frío aquí en tu pecho
Manuel, no pierdas la fe
Que sino no aguantare
Y muero con cada botella
Manuel, vive debajo de un mantel
Duerme en un cajero
Aunque no tenga cuenta ni dinero
Manuel, despierta y sácame
Que cada vez lato mas lento
Y tengo frío aquí en tu pecho

Tradução da letra

Tem um coração, que é um alto-falante
onde perdeste a cabeça?
Brilha com o sol, morre de pena
Quando a tempestade espreita
Tem o coração cheio de band-aid, Manuel
Curando as feridas da vida
Lutando sempre contra a AIDS
O seu coração não é ouvido mas grita com ele:
Manuel, não percas a fé
Que senão não aguento
E morro com cada garrafa
Manuel, vive debaixo de uma toalha de mesa
Dorme num multibanco
Mesmo que não tenha conta nem dinheiro
Manuel, acorda e tira-me daqui
Que cada vez lato mais lento
E tenho frio aqui no teu peito
Acorda-lhe o sol, e isso é um presente
Para os tempos em que estamos
Ele usa uma guitarra e um relógio parado
É o que lhe resta daqueles anos
E à noite às vezes é ouvido
Cantando seu coração lá
Correndo na chuva
E seu alto falante soa alto:
Manuel, não percas a fé
Que senão não aguento
E morro com cada garrafa
Manuel, vive debaixo de uma toalha de mesa
Dorme num multibanco
Mesmo que não tenha conta nem dinheiro
Manuel, acorda e tira-me daqui
Que cada vez lato mais lento
E tenho frio aqui no teu peito
Manuel, não percas a fé
Que senão não aguento
E morro com cada garrafa
Manuel, vive debaixo de uma toalha de mesa
Dorme num multibanco
Mesmo que não tenha conta nem dinheiro
Manuel, acorda e tira-me daqui
Que cada vez lato mais lento
E tenho frio aqui no teu peito