Fondo Flamenco — No Es Poesia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Es Poesia" de Fondo Flamenco.

Letra

No es poesia, es una despedida
Son las palabras mas sinceras
Que he llegado a decirte jamas
No es tu vida, es la mía
Que tu intentes entenderla
Y mi caballo va sin riendas por ahí
Yo te avise que te quería
Buscaba esa estabilidad
Y te equivocaste de lugar para parar
Para no variar la culpa era mía
Si es que yo saque el mechero
Pero tu lo llenaste de gasolina
Y ahí estamos los dos
Viendo como se quema el amor
Haciendo de tripas corazón
Para no abrazarnos llorando
Preguntándonos por qué nos paso
Recuerdo que todo era de color
El tiempo hizo mella en nuestra pasión
Y llega un momento en el que
No se puede vivir de recuerdos
Vivir de recuerdos…
Lo rompimos a base de gritos
Y cuando estuvo en el suelo
Le tiramos piedras por si estaba vivo
Niños mentimos como niños chicos
Se cruzaron nuestros cables
Y tu grito provoco un corto circuito
Nos quedamos tontos perdidos
Olvidamos lo que fuimos y lo que nos quisimos
Lo matamos y luego no hubo juicio
Nos tiramos tantos trastos
Que al final caímos los dos al precipicio
Y ahí estamos los dos
Viendo como se quema el amor
Haciendo de tripas corazón
Para no abrazarnos llorando
Preguntándonos por qué nos paso
Recuerdo que todo era de color
El tiempo hizo mella en nuestra pasión
Y llega un momento en el que
No se puede seguirse mintiendo…
Querer de lo blanco si es negro
Que hacemos si ya no creemos
Ni tu ni yo en esto
Si hay que seguirse mintiendo
Querer de lo blanco si es negro
Que hacemos si ya no creemos
Ni tu ni yo en esto
Y seguirse mintiendo
Querer de lo blanco si es negro
Que hacemos si ya no creemos
Ni tu ni yo en esto

Tradução da letra

Não é poesia, é uma despedida
São as palavras mais sinceras
Que nunca te disse
Não é a tua vida, é a minha
Que tentes entendê la
E o meu cavalo anda por aí sem rédeas
Eu avisei te que te amava
Estava à procura dessa estabilidade
E enganaste te no lugar para parar
Para não variar, a culpa era minha
Se eu tirar o isqueiro
Mas tu encheste o de gasolina
E aqui estamos nós os dois
Vendo como o amor queima
Fazendo de coragem coração
Para não nos abraçar chorando
A perguntar-nos porque nos aconteceu
Lembro me que era tudo de cor
O tempo fez um dente em nossa paixão
E chega um momento em que
Você não pode viver de memórias
Viver de memórias…
Partimos à base de gritos
E quando ele estava no chão
Atirámos pedras para o caso de ele estar vivo
Crianças mentimos como crianças meninos
Cruzaram os nossos cabos
E o teu grito provocou um curto circuito
Ficamos tolos perdidos
Esquecemos o que fomos e o que quisemos
Matámo Lo e depois não houve julgamento
Deitámo nos fora tantas coisas
Que no final caímos os dois no precipício
E aqui estamos nós os dois
Vendo como o amor queima
Fazendo de coragem coração
Para não nos abraçar chorando
A perguntar-nos porque nos aconteceu
Lembro me que era tudo de cor
O tempo fez um dente em nossa paixão
E chega um momento em que
Não se pode continuar a mentir…
Quer do branco se é preto
O que fazemos se não acreditarmos mais
Nem tu nem eu nisto
Se há que continuar a mentir
Quer do branco se é preto
O que fazemos se não acreditarmos mais
Nem tu nem eu nisto
E continuar a mentir
Quer do branco se é preto
O que fazemos se não acreditarmos mais
Nem tu nem eu nisto