Folkabbestia — Siesta letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Siesta" de Folkabbestia.
Letra
Al mio paese quando il sole picchia sulle case
Tutta le gente chiude gli occhi e chiude le persiane
Quando è l’ora della siesta è festa per me
E invece di dormire io vado a passeggiare da solo col mio amore
Al mio paese quando il sole picchia sulle case
Noi ci baciamo in piazza come fosse mezzanotte
L’aria bianca trema e brucia ma se mi parla lei
Mi sento rinfrescare mi sembra di volare di stare in riva al mare
Mi regala ciliegie e lillà rubate ai cancelli e mi poggia corone di baci sopra
ai capelli
Come un re e una regina attraversiamo la città
Però la gente non lo sa…
Al mio paese quando il sole picchia sulle case tutta la gente chiude gli occhi
e chiude le persiane
Quando è l’ora della siesta è festa per me
E invece di dormire io vado a passeggiare da solo col mio amore
Mi regala ciiegie e lillà rubate ai cancelli
E mi poggia corone di baci intorno ai capelli come un re e una regina
attraversiamo la città
Però la gente non lo sa…
Mi regala ciliegie e lillà rubate ai cancelli
E mi poggia corone di baci intorno ai capelli
Come un re e una regina attraversiamo la città
Però la gente non losa
Però la gente non lo sa
Però la gente non lo sa
Però .al mio paese… la gente non lo sa
Al mio paese… la gente non lo sa
Al mio poese… la gente non lo sa
Al mio paese… la gente non lo saaaaaaaa!
(Grazie ad anastasia per questo testo)
Tradução da letra
Para o meu país quando o sol atinge as casas
Todas as pessoas fecham os olhos e fecham as persianas.
Quando é hora da sesta é feriado para mim
E em vez de dormir vou dar um passeio sozinho com o meu amor
Para o meu país quando o sol atinge as casas
Beijamo-nos na praça como se fosse meia-noite.
O ar Branco treme e arde mas se ela falar comigo
Sinto-me refrescado sinto-me como voar para estar junto ao mar
Ele dá-me cerejas roubadas e lilases aos portões e põe coroas de beijos em cima de mim
ao cabelo
Como um rei e uma rainha atravessamos a cidade
Mas as pessoas não sabem…
Para o meu país, quando o sol atinge as casas, todas as pessoas fecham os olhos.
e fecha as persianas
Quando é hora da sesta é feriado para mim
E em vez de dormir vou dar um passeio sozinho com o meu amor
Ele dá-me persianas roubadas e lilases nos portões.
E ponho grinaldas de beijos à volta do meu cabelo como um rei e uma rainha
atravessamos a cidade
Mas as pessoas não sabem…
Ele dá-me cerejas roubadas e lilases aos portões.
E ela põe grinaldas de beijos à volta do meu cabelo
Como um rei e uma rainha atravessamos a cidade
Mas as pessoas não perdem
Mas as pessoas não sabem
Mas as pessoas não sabem
Mas no meu país, as pessoas não sabem.
No meu país ... as pessoas não sabem
As pessoas não sabem do meu poema.
No meu país ... as pessoas não sabem!
(Agradecimentos a anastasia por este texto)