Flogging Molly — Punch Drunk Grinning Soul letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Punch Drunk Grinning Soul" de Flogging Molly.

Letra

It took me everything I had
To give all that I could
Walk beside me while I sleep
Steer me from the slumber wolf
Tangled forest of the mind
Speaks to me of self-despise
Close the window through the pane
Hear the siren’s serenade
Could have been the comeback kid
The southpaws' legend glove to fill
No shadow boxer but the one
A true contender for the crown
Now this punch drunk grinning soul
In its' corner begs 'no more'
Hey now, stay proud
You were lost on a blue day
Hey now, stay proud
Hey now, stay proud
you were lost on a blue day
Hey now, stay proud
But we hardly knew ya The chamber echo never speaks
The rushin' tide devours my feet
No global warming fills this soul
For hell it freezes what it stole
From the beggar’s empty plate
To our world that stuffs its' face
But these tired eyes are crashin' down on me While the paint never dries
On these four walls that now suffocate me But tonight, maybe tonight
All will be free
Release, unlock this prison door
It can’t hold me anymore
Serpent lied with sting of tale
Hand of reason rusts the nail
Now this punch drunk grinning soul
In its' corner begs 'no more'

Tradução da letra

Levou-me tudo o que tinha
Para dar tudo o que pude
Caminha ao meu lado enquanto durmo
Afasta-me do lobo adormecido
Floresta da mente emaranhada
Fala-me de desprezo
Fechar a janela através do painel
Ouve a serenata da sirene
Pode ter sido o Miúdo Do Regresso.
A luva dos canhotos para preencher
Não há shadow boxer a não ser aquele
Um verdadeiro candidato à Coroa
Agora este soco bêbado sorridente alma
No seu " canto implora "não mais"
Hey now, stay proud
Estavas perdido num dia azul
Hey now, stay proud
Hey now, stay proud
estavas perdido num dia azul
Hey now, stay proud
Mas mal te conhecíamos. o eco da Câmara nunca fala.
A maré fervente devora-me os pés
Nenhum aquecimento global enche esta alma
Para o inferno congela o que roubou
Do prato vazio do mendigo
Para o nosso mundo que enche o seu rosto
Mas estes olhos cansados estão a cair em cima de mim enquanto a tinta nunca seca
Nestas quatro paredes que agora me sufocam mas esta noite, talvez esta noite
Tudo será livre
Libertem, destranquem esta porta da prisão.
Já não me aguenta mais.
Serpente mentiu com ferrão de conto
A mão da razão enferruja o prego
Agora este soco bêbado sorridente alma
No seu " canto implora "não mais"