Fleshgod Apocalypse — And the Vulture Beholds letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "And the Vulture Beholds" de Fleshgod Apocalypse.

Letra

Cast out, ignored
Disdained and scorned
Humiliated by those I’ll rise above
Like a vulture
I want for the lion to die
Natural right set by purity of blood
Ever longing the role I’m entitled to I will never renounce to that crown
For no reason at all
Time has come for me to reign
My throne I claim now
Oh father
Let your heart hear
Your firstborn words
I feel it’s time for me To rule this world
Tired, fed up,
Sick of it all
I’m surrounded by crooks and prostitutes
In this court
Leeches suck royal blood without a brake
Weaving in shadow to pursue their goals
Imperceptible revolt against the lord
Neverending conspiracy
Shame on this pharisaic court
I, amongst the lies
Screaming but silent
Thrown away while I conspire
For I will live no more in the shadows
And I’ll never surrender myself to this fate
In my disgrace bred by deceivers
I lift my head
With the heart in flames
Without fear I will satisfy my desire
Castigating the traitors as I overcome
Irate, furious,
Out of control
I will kill all these tamperers one by one
Destroying obstacles
Standing between me and my rise
Annihilating the aims of betrayers
I’ll extort what is mine with my own hands
Desecrating my ancestry line
To prevail on this land

Tradução da letra

Expulso, ignorado
Desdenhado e desprezado
Humilhado por aqueles que eu vou superar
Como um abutre
Quero que o leão morra.
Direito Natural fixado pela pureza do sangue
Sempre desejando o papel a que tenho direito, nunca renunciarei a essa coroa.
Por nenhuma razão
Chegou a hora de eu reinar
Meu trono reivindico agora
Oh pai
Deixa o teu coração ouvir
As tuas primeiras palavras
Sinto que está na hora de eu governar este mundo.
Cansado, cansado,
Farto de tudo
Estou rodeado de bandidos e prostitutas.
Neste tribunal
As sanguessugas sugam sangue real sem travões.
Tecendo na sombra para perseguir seus objetivos
Revolta imperceptível contra o Senhor
Conspiração interminável
Que vergonha para esta corte farisaica.
Eu, entre as mentiras
Gritando mas em silêncio
Deitado fora enquanto conspiro
Pois não viverei mais nas sombras
E nunca me renderei a este destino
Na minha desgraça criada por enganadores
Levanto a cabeça
Com o coração em chamas
Sem medo satisfarei o meu desejo
Castigando os traidores à medida que supero
Irado, furioso,
Fora de controlo
Vou matar todos estes domadores um a um.
Destruir obstáculos
De pé entre mim e a minha ascensão
Aniquilar os objectivos dos traidores
Extorquirei o que é meu com as minhas próprias mãos.
Profanando a minha linhagem ancestral
Para prevalecer nesta terra