Fito Paez — Desierto letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Desierto" de Fito Paez.
Letra
Mi aspecto perverso, mi lÃvido porno
Mi circulo abierto, mi tacto de oro
Tu espalda es un arpa, tus piernas un coro
Que tienen en mente hacÃ(c)rmelo todo
Yo soy ese rayo que cayó del cielo
Que vino a quemarte hasta el mismo infierno
Vos sos el espacio que habitan tus miedos
Yo tengo coraje y tengo deseo
Quiero tu lado salvaje, no necesito palabras
Quiero sacarme las ropas, que no me sirven de nada
No soy turista del viaje, soy pasajero intranquilo
No me provoques ahora, tengo un cuchillo con filo
Y nada de lo que me digas, amor, va a sacarme de este
Desierto
Con látigo en mano, me siento indefenso
La rabia que escupo, se la lleva el viento
Hay gente que inspira, que come excremento
Hay gente que aspira la coca y el tiempo
Tu punto de vista, tu lado importante
Tu chumbo en la mano, sos un vigilante
Yo soy un espectro, soy un habitante
Un cuerpo y un alma, un lucro cesante
Voy a salir a la calle a deshacer mi destino
Que es bueno estar en la lona y equivocar el camino
PodÃ(c)s comprarte una casa, podÃ(c)s comprarte un asilo
Hay cosas que no se compran, vos sabes bien lo que digo
Y nada de lo que me digas, amor, va a sacarme de este
Desierto
La falsa utopÃa de un mundo perfecto
Se hundió hace unos dÃas
En un baño infecto
PolÃticamente, decente y correcto
Sos un policÃa, sos como un insecto
Flotás tranquilo y seguro, alrededor de la mierda
Te veo andando derecho, resbalando por izquierda
No existe nadie que sepa, ninguna cosa en la tierra
Y si estás libre de dudas, tirá la primera piedra
Y nada de lo que digas, amor, va a sacarme de este
Desierto
Desierto, nena, estoy desierto, desierto
Tradução da letra
Meu olhar perverso, meu pornô lÃvido
Meu círculo aberto, meu toque de ouro
Suas costas são uma harpa, suas pernas um coro
Que têm em mente fazer tudo
Eu sou aquele raio que caiu do céu
Que veio queimar te até ao inferno
Você é o espaço que habitam seus medos
Eu tenho coragem e desejo
Quero o teu lado selvagem, não preciso de palavras
Quero tirar as roupas que não me servem de nada
Não sou turista da viagem, sou passageiro inquieto
Não me provoques agora, tenho uma faca afiada
E nada do que me disseres, amor, vai tirar-me deste
Deserto
Com látigo na mão, sinto-me indefeso
A raiva que cuspo, é levada pelo vento
Há pessoas que inspiram, que comem excrementos
Há pessoas que aspiram a coca e o tempo
O teu ponto de vista, o teu lado importante
Seu chumbo na mão, você é um vigia
Eu sou um espectro, sou um habitante
Um corpo e uma alma, um lucro cessante
Vou sair e desfazer o meu destino
Que é bom estar na lona e errar o caminho
Podia comprar-te uma casa, podia comprar-te um lar
Há coisas que não se compram, você sabe bem o que digo
E nada do que me disseres, amor, vai tirar-me deste
Deserto
A falsa utopia de um mundo perfeito
Afundou há uns dias
Em um banheiro infecto
PolÃticamente, decente e correto
Você é um policial, você é como um inseto
Flutua calmo e seguro, em torno da merda
Vejo-Te a andar direito, a deslizar pela esquerda
Não há ninguém que saiba, nada na terra
E se você está livre de dúvidas, jogue a primeira pedra
E nada do que disseres, amor, vai tirar-me deste
Deserto
Deserto, querida, estou deserto, deserto