Fito Paez — Delirium Tremens letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Delirium Tremens" de Fito Paez.
Letra
Y ya que me preguntas te diré
que sélo que es tener
catorce años y estar muerto,
lobo de mar
anclado en la ciudad,
cansado de olvidar
una mujer en cada puerto.
Impúdico animal sin pedigrí,
adicto al elixir
del corazón de la botellas,
misógino aprendiz de seductor
que canta rock and roll
para exigirle a las estrellas:
ojos que aprendan a mirar,
labios que quemen,
sabios que enseñen a besar,
delirium tremens.
Hijos de la necesidad,
lluvia de semen,
maltrátame por caridad,
delirium tremens.
Y ya que insistes déjame añadir
que sélo que es dormir
desnudo, en cana y esposado,
a la intemperie de la multitud
clavado en una cruz
con un ladrón a cada lado,
viajando del jamás al quéséyo,
como un Indiana Jones
por los suburbios de la luna,
conserje de la Torre de Babel
rapsoda de burdel
que busca en todas y en ninguna
ojos que aprendan a mirar,
labios que quemen,
sabios que enseñen a besar,
delirium tremens.
Maltratame por caridad,
lluvia de semen,
¿en quéotros brazos hallarás
delirum tremens?
Telarañas en la ropa,
tigres en el balcón,
alacranes en la boca
miedo en el corazón.
Maldito seas, Satanás,
quítate el antifaz,
en ese espejo no cabemos
los dos.
ojos que aprendan a mirar,
labios que quemen,
hijos de la necesidad
delirium tremens.
Sabios que enseñen a besar,
lluvia de semen,
¿en quéotros brazos hallarás
delirium tremens?
Delirium tremens.
Ya me sétodos los cuentos,
rechacélos sacramentos,
reneguédel Viejo Bob.
Vaguépor cientos de ciudades,
me conocen en los bares,
pero no saben quién soy.
Hay un palacio en el infierno
construido sobre el fuego
donde reina el rey
de los que temen.
Cae rodando un niño
por las escaleras
del delirium tremens.
Un dos tremens
Delirium tremens.
Tradução da letra
E já que me perguntas eu digo te
eu sei o que é ter
quatorze anos e estar morto,
lobo do mar
ancorado na cidade,
cansado de esquecer
uma mulher em cada porto.
Animal impudente sem pedigree,
viciado em elixir
do coração das garrafas,
misógino aprendiz de sedutor
que canta rock and roll
para exigir das estrelas:
olhos que aprendam a olhar,
lábios que queimem,
sábios que ensinem a beijar,
delirium tremens.
Filhos da necessidade,
chuva de porra,
maltrata me por caridade,
delirium tremens.
E já que insistes deixa me acrescentar
sei o que é dormir
nu, em cana e algemado,
ao ar livre da multidão
pregado em uma cruz
com um ladrão de cada lado,
viajando do jamais ao queseu,
como um Indiana Jones
pelos subúrbios da lua,
porteiro da Torre de Babel
rapsoda do bordel
que procura em todas e em nenhuma
olhos que aprendam a olhar,
lábios que queimem,
sábios que ensinem a beijar,
delirium tremens.
Maltratame por caridade,
chuva de porra,
em que outros braços encontrarás
delirum tremens?
Teias de aranha na roupa,
tigres na varanda,
alacranes na boca
medo no coração.
Maldito sejas, Satanás,
tira a máscara,
nesse espelho não cabemos
os dois.
olhos que aprendam a olhar,
lábios que queimem,
filhos da necessidade
delirium tremens.
Sábios que ensinem a beijar,
chuva de porra,
em que outros braços encontrarás
delirium tremens?
Delirium tremens.
Já me sétodos os contos,
recuse os sacramentos,
reneguédel Velho Bob.
Vaguepor centenas de cidades,
conhecem me nos bares,
mas não sabem quem eu sou.
Há um palácio no inferno
construído sobre o fogo
onde o rei reina
dos que temem.
Cai rolando uma criança
pelas escadas
delirium tremens.
Um dois tremens
Delirium tremens.