Finch — Ink letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ink" de Finch.

Letra

I climb the mountain top, I saw the bottom drop.
I cling to drift wood, I swim in the deep world.
Words unspoken, seem so foreign.
Have you heard this one?
The hair on the back of your neck stands.
Another way out, another way out…
The army ants have escaped.
The hair on the back of your neck stands up.
Ink runs into my cup, I sip epiphany.
Fang bite tarantula, taste of my symptoms.
Gasoline and a pistol, blood filling the bathtub.
Swollen eyelids, baffled by this.
Tell us what you see?
The hair on the back of your neck stands.
Another way out, another way out…
The army ants have escaped.
The hair on the back of your neck stands up.
Ink runs into my cup, I sip epiphany.
I’ve bit my lip for the last time.
Fog lifts up, for the blind.
Free of body, free of mind.
I’ll build my mold up, rest inside
Ink spills on paper, paper spells my blood.
Ink spills on paper, paper spells my blood.
The hair on the back of your neck stands up.
Ink runs into my cup, I sip epiphany.
The army ants have escaped…
The hair on the back of your neck stands up.
Ink runs into my cup, I sip epiphany.
Ink spills on paper, paper spells my blood.
Ink spills on paper, paper spells my blood.

Tradução da letra

Subi o topo da montanha, vi a queda do fundo.
Agarro-me à madeira, nado no mundo profundo.
Palavras não ditas, parecem tão estranhas.
Já ouviste esta?
O cabelo na parte de trás do teu pescoço está de pé.
Outra saída, outra saída…
As formigas do exército escaparam.
O cabelo na parte de trás do teu pescoço levanta-se.
A tinta entra no meu copo, eu bebo Epifania.
Tarântula Mordida de presas, saborear os meus sintomas.
Gasolina e uma pistola, sangue a encher a banheira.
Pálpebras inchadas, perplexas com isto.
Diz-nos o que vês?
O cabelo na parte de trás do teu pescoço está de pé.
Outra saída, outra saída…
As formigas do exército escaparam.
O cabelo na parte de trás do teu pescoço levanta-se.
A tinta entra no meu copo, eu bebo Epifania.
Mordi o lábio pela última vez.
O nevoeiro levanta-se, para os cegos.
Livre do corpo, livre da mente.
Vou construir o meu molde, descansar lá dentro.
A tinta verte no papel, o papel soletra o meu sangue.
A tinta verte no papel, o papel soletra o meu sangue.
O cabelo na parte de trás do teu pescoço levanta-se.
A tinta entra no meu copo, eu bebo Epifania.
As formigas do exército escaparam.…
O cabelo na parte de trás do teu pescoço levanta-se.
A tinta entra no meu copo, eu bebo Epifania.
A tinta verte no papel, o papel soletra o meu sangue.
A tinta verte no papel, o papel soletra o meu sangue.