Fernando Delgadillo — Tu Prisa (en vivo) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tu Prisa (en vivo)" de Fernando Delgadillo.
Letra
Lo pude mirar en tus ojos ayer
Estabas tan lejos, no había que decirlo
Tu prisa era un ave queriendo volver
Y dejar cielo atrás los ratos vividos
Con una mirada me diste a entender, y aunque
Ya me avisabas que te había perdido
Tu boca mintiéndome, un beso, los ojos
Me hubiera cerrado, de no haber notado
Tu prisa, esa tu ansiosa prisa
¿A dónde te incita a volver?
¿A dónde te tiene sujeta
Que no te permite dejar de volver?
¿A dónde van tus alas
Esas alas que no acaban de
Llenarse de mañana y te urgen siempre a continuar?
Mentira que dude y que no quiera ver
Que el tiempo es el tiempo y palabras eternas
Se van como a veces llegan a venir
A la par del delirio que insiste en tus piernas
Así te mantengo en la mente y te sé
Buscando mi boca y juntando tu cuerpo
No quiero pensarlo y te vuelvo a tener
Atrapada a la luz húmeda de un recuerdo con prisa
Esa tu ansiosa prisa
¿A dónde te incita a volver?
¿Dónde te tiene sujeta
Que no te permite dejar de volver?
¿Qué viento abrió tus alas de gaviota demorada
Tras del ruego que no basta para detenerte más?
Oh, ya lo pude ver en tus ojos ayer
Que el mundo siempre tiene tanto que no has visto
Las aves se marchan, y el viento otra vez
Te agita el cabello y te vuelve a invitarlo a probar
Como brisa fresca de tu sonrisa fugaz
Tradução da letra
Eu podia olhar nos teus olhos ontem
Estavas tão longe, não precisavas de dizer
A tua pressa era um pássaro a querer voltar
E deixar o céu para trás os momentos vividos
Com um olhar você me deu a entender, e embora
Já me avisaste que te tinha perdido
A tua boca a mentir - me, um beijo, os olhos
Eu teria fechado, se eu não tivesse notado
A tua pressa, a tua pressa ansiosa
Para onde te incita a voltar?
Onde é que ele te segura
O que não te permite parar de voltar?
Para onde vão as tuas asas
Aquelas asas que não acabaram
Encher-se de amanhã e você é sempre urgente para continuar?
Mentira que duvide e que não queira ver
Que o tempo é o tempo e palavras eternas
Eles saem como às vezes chegam a vir
A par do delírio que insiste nas tuas pernas
É assim que te mantenho na mente e sei
Procurando minha boca e juntando seu corpo
Não quero pensar nisso e volto a ter te
Presa à luz molhada de uma lembrança com pressa
Essa tua pressa ansiosa
Para onde te incita a voltar?
Onde é que ele te segura
O que não te permite parar de voltar?
Que Vento abriu suas asas de gaivota atrasadas
Depois do pedido que não basta para te deter mais?
Já o vi nos teus olhos ontem
Que o mundo sempre tem tanto que você não viu
Os pássaros saem, e o vento novamente
Agite seu cabelo e convide-o novamente para experimentar
Como uma brisa fresca do seu sorriso fugaz