Fernando Delgadillo — Soñando el Camino letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Soñando el Camino" de Fernando Delgadillo.

Letra

Hace días que el camino
Va tirando más lejanos
Lejos de las colinas
Y esos solares viejos
Que me son familiares
Y que aprendí a querer
Como quiero y conozco
Todo lo que se fue
Hace días te contaba
Que me alejo y espiro
Flores de otros jardines
Polvos de otros caminos
Que e observan lugares
Y gente que jamás
Se acordó de los tantos
Que nos siguen detrás
Hace tardes enteras
Que se asoma la noche
Entre malos presagios
Y negros nubarrones
Que cuelgan del cielo
Y me esconden del sol
Y me dejan pensar
Que soy yo el que no estoy
Hace días que tropiezo
Y me aferro a la marcha
Bajo el rayo del sol
Y el fresco de la escarcha
Sé que hay cosas que
Quedan y cosas que pasan
Y entre cosas que pienso
Pienso en volver a casa
Hace ya tantos días
Que la luna lejana
Se ha colocado en el cielo
Desde horas más tempranas
Y su luz de satélite
Antiguo y distante me ilumina
En las noches de camino
Menguante
De hace tiempo no puedo
Calmarme estas ansias
Que me dejó un amor
Que ocultan las distancias
Pero nada me dice
Que sigue delante
Si el lugar que busqué
O el fin del caminó
Que de tanto andar
Se perdió en el paisaje
Y de lejos se ve continuado
Su viaje
La canción compara
Mi guitarra y mi bastón
Sueños que se perdieron
Clamando perdón
Que antes de irse olvidando
Se atan a mí sino
Y me muero a lo lejos
Estas días de camino
Hace más de cien veces cien
Que no te miro
Que lo único que alivia
El dolor son suspiros
Que he olvidado los rostros
De aquellos que quiero
Y no alcanza el dolor
Ni todo el desespero
Y me inundan los ojos
Gruesos gotones
Y se van a volar
Las imaginaciones
De vuelta al pasado
Más siempre me alcanzan
So’ando el camino
Para volver a casa

Tradução da letra

Dias atrás a estrada
Vai mais longe
Longe das colinas
E aqueles velhos locais
Que me são familiares
E que aprendi a querer
Como eu quero e conheço
Tudo o que se foi
Há dias contava te
Que me afasto e espiro
Flores de outros jardins
Pós de outras estradas
Que e observam lugares
E pessoas que nunca
Lembrou se dos muitos
Que nos seguem atrás
Faz tardes inteiras
Que se espreite a noite
Entre maus presságios
E negros nuvens
Que penduram do céu
E escondem me do sol
E deixam me pensar
Que sou eu que não estou
Há dias que tropeço
E eu me apeguei à marcha
Sob o raio do sol
E o frio da geada
Sei que há coisas que
Restam e coisas que acontecem
E entre coisas que penso
Penso em voltar para casa
Há tantos dias
Que a lua distante
Foi colocado no céu
Desde as primeiras horas
E a sua luz de satélite
Antigo e distante me ilumina
Nas noites a caminho
Minguante
Há muito tempo que não posso
Acalme se você está ansioso
Que me deixou um amor
Que escondem as distâncias
Mas nada me diz
Que ainda está à frente
Sim o lugar que procurei
Ou o fim da caminhada
Que andar
Perdeu-Se na paisagem
E de longe é continuado
Sua viagem
A música compara
A minha guitarra e a minha bengala
Sonhos que se perderam
Clamando perdão
Que antes de sair esquecendo
Amarram se a mim se não
E Morro à distância
Estes dias a caminho
Faz mais de cem vezes cem
Que não estou a olhar para ti
Que a única coisa Que alivia
A dor são suspiros
Esqueci me das caras
Daqueles que eu quero
E não atinge a dor
Nem todo o desespero
E os meus olhos inundam me
Goteiras grossas
E eles vão voar
As imaginações
De volta ao passado
Mais sempre me alcançam
Estou no caminho
Para voltar para casa