Fernando Delgadillo — Con Cierto Aire A Ti letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Con Cierto Aire A Ti" de Fernando Delgadillo.
Letra
El viento trae esta tarde el olor
Que se acusa en algunas maderas
O tal vez sea que comienzo a
Pensar
En tu pelo cuando te lo sueltas
Y emite un aroma tan particular
Que tan sólo he podido volver a
Encontrar
En el soplo que invierno ha
Acercado
Hasta aquí
Para insinuar la víspera de
Primavera
Supongo que invierno siempre ha
Olido así como guarda tu pelo
Ese olor a maderas
La tarde habita en tus ojos
Castaños
Con el aire antaño que siempre
Perdura
Cuando te estoy esperando
Cuando me encuentro con una
Infinita mañana camino a
Alargarse
Como temporada de frío que
En mi espalda se queda
Hasta que la tarde se acomoda
En mi, ella me entibia las ganas
Por eso me gusta y me gusta
Decirlo
La tarde en tus ojos
Tiene un aire antiguo
(CORO)
De veras será febrero o soy yo
Quien se cuelga del viento
Como de tu aliento
A veces cierro los ojos. por que detesto
Mirar, que el bálsamo que respiro
Tan ávidamente es el viento y no más
Y a veces lo olvido pero algo me acuerda
Y lo vuelvo a pensar y me digo
¿dónde te tengo?
¿en dónde no estás?
A dónde puedo poner la mirada
Sin que te tenga que hallar
La luz del mundo se marcha a las 7
Y yo apenas comienzo a ver bien
Conforme tira a lo obscuro, camino
Pensando que sigo tu sombra
A la vez que un susurro de las
Hojas sueltas. Se va cuchicheando
Frases incompletas y a veces
Hasta pregunta por ti
(CORO)
El viento trae esta tarde el
Rumor de tu voz que se pierde a
La luz perezosa del sol y te
Imagino acostada, apagando la
Luz del candil
Del mismo modo que
Miro que el sol de la tarde cuando se
Recuesta tiene un aire a ti
Y miro al ultimo sol de la
Tarde como se recuesta, con cierto
Aire a ti por cierto
Con cierto aire a ti
Tradução da letra
O vento traz o cheiro esta tarde
Que é acusado em algumas madeiras
Ou talvez eu comece a
Pensar
No teu cabelo quando o soltares
E emite um aroma tão particular
Que eu só poderia voltar para
Encontrar
No sopro que Inverno tem
Mais perto
Até aqui
Para sugerir a véspera do
Primavera
Acho que o inverno tem sempre
Cheirado bem como guarda o teu cabelo
Aquele cheiro de madeira
A tarde habita em seus olhos
Castanhas
Com o ar passado que sempre
Perdura
Quando estou à tua espera
Quando eu encontrar um
Infinita manhã caminho para
Alongar
Como estação fria que
Nas minhas costas fica
Até que a tarde se acomode
Em mim, ela enterrou-me a vontade
É por isso que eu gosto e gosto
Dizê lo
A noite em seus olhos
Tem um ar antigo
(CORO)
Será mesmo fevereiro ou sou eu
Quem está pendurado do vento
Como do teu hálito
Às vezes fecho os olhos. porque detesto
Olhe, que o bálsamo que eu respiro
Tão avidamente, é o vento, e não mais
E às vezes esqueço mas algo me lembra
E volto a pensar nisso e digo me
onde te tenho?
onde não estás?
Onde posso olhar
Sem ter de te encontrar
A luz do mundo vai se embora às 7
E eu mal começo a ver bem
Conforme puxa o escuro, caminho
A pensar que sigo a tua sombra
Ao mesmo tempo um sussurro das
Folhas soltas. Ele está a sussurrar
Frases incompletas e às vezes
Até pergunta por ti
(CORO)
O vento traz esta tarde o
Rumor de sua voz que você perde para
A luz preguiçosa do sol e você
Imagino deitada, desligando a
Luz do candil
Da mesma forma que
Eu olho para o sol da tarde, quando
Recosta tem um ar para você
E eu olho para o último sol da
Tarde como se deita, com verdade
Ar para você a propósito
Com um certo ar para você