Fernando Cabrera — La Casa de al Lado letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Casa de al Lado" de Fernando Cabrera.
Letra
No hay tiempo no hay hora no hay reloj
No hay antes ni luego ni tal vez
No hay lejos ni viejo ni jamás
En esta olvidada invalidez
Si todos se ponen a pensar
La vida es mas larga cada vez
Te apuesto mi vida una vez más
Aquí no hay durante ni después
Dejá no me lo repitas más
Nosotros y ellos vos y yo
Que nadie se ponga en mi lugar
Que nadie me mida el corazón
La calle se empieza a incomodar
El baile del año terminó
Los carros se encargan de cargar
Los restos del roto corazón
Acá en esta cuadra viven mil
Clavamos el tiempo en un cartel
Somos como brujos del reloj
Ninguno parece envejecer
Mi abuelo me dijo la otra vez
Me dijo mi abuelo que tal vez
Su abuelo le sepa responder
Si el tempo es más largo cada vez
Discrepo con aquellos que creen
Que hay una sola eternidad
Descrean de toda soledad
Se engaña quien crea la verdad
Acá no hay tango
No hay tongo ni engaño
Aquí no hay daño
Que dure cien años
Por fin buen tiempo
Aunque no hay un mango
Estoy llorando
Toy me acostumbrando
Se pasa el año
Se pasa volando
Ya no hay más nadie
Que pueda alcanzarlo
Y yo mirando
Sentado en el campo
Como se pasa
El año volando
No pasa el tiempo
No pasan los años
Inventa cosas
Con cosas de antaño
A nadie espera
La casa de al lado
Se va acordando
Se acuerda soñando
Por eso te pido una vez más
Tomátelo con tranquilidad
Puede ser ayer, nunca o después
Pero tu amor dame alguna vez
Tradução da letra
Não há tempo não há tempo não há relógio
Não há antes nem depois, nem talvez
Não há longe nem velho nem nunca
Nesta invalidez esquecida
Se todos pensarem
A vida é cada vez mais longa
Aposto a minha vida mais uma vez
Aqui não há nem durante nem depois
Não me repitas mais
Nós e eles tu e eu
Que ninguém se ponha no meu lugar
Ninguém me mede o coração
A rua começa a ficar desconfortável
O baile do ano acabou
Os carros são responsáveis pelo carregamento
Os restos do coração partido
Aqui neste quarteirão vivem mil
Nós pregamos o tempo em um cartaz
Somos como feiticeiros do relógio
Nenhum parece envelhecer
O meu avô disse me outra vez
O meu avô disse me que talvez
O seu avô sabe responder
Se o tempo é mais longo a cada vez
Eu discordo com aqueles que acreditam
Que há uma eternidade
Descream de toda solidão
Engana se quem cria a verdade
Não há tango aqui
Não há tongo nem engano
Aqui não há mal nenhum
Que dure cem anos
Finalmente bom tempo
Embora não haja alça
Estou a chorar
Toy me acostumando
O ano passa
Está a voar
Já não há mais ninguém
Que possa alcançá lo
E eu a olhar
Sentado no campo
Como se passa
O ano voando
Não passa o tempo
Os anos não passam
Inventa coisas
Com coisas do passado
Ninguém espera
A casa ao lado
Ele vai lembrar se
Lembra se de sonhar
É por isso que te peço mais uma vez
Tome com calma
Pode ser ontem, nunca ou depois
Mas o teu amor dá-me alguma vez