Fen — Drunken Relief letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Drunken Relief" de Fen.

Letra

Water and water again,
Save me from the deserts within.
Brushing my teeth and removing my clothes
Are out of the question.
Rolling the seats of my bed
Flowing with the limbs that I spread
Lash in my face, the pillow, it moves,
I’m good, where you gonna? Home, sweet home.
Slip dice through the mattress door
You leave me face down and drunk as can be,
The world out the bedroom cracks up the steam
A black hole is all I can see.
I swear I won’t do this again
Let a priest come and I’ll surely repent
The living holds on to things I’ve consumed
It’s travelling and twitching inside.
Slip dice through the mattress door
You leave me face down and drunk as can be,
The world out the bedroom cracks up the steam
A black hole is all I can see.
There was some good jokes on me
While I’ve dreamt I should write them down.
When the conversation won’t
I fasten, oh, so deep.
A dream kicks me out
The streets when it’s raining.
One hand finds the glass
To dread cause for me.
It’s wrong sitting alone
With this head full of sound
Just to come to the bed
I can’t do it.
Now the street lights look in
With purpose unknown
Those alien eyes
Have been searching through my home.
A piece right through the mattress on to the floor
The bright sun is lying ashore.
The pardon in the coffin blossoms, indeed
The sweet smell of drunken relief.

Tradução da letra

Água e água novamente,
Salva-me dos desertos internos.
Escovar os dentes e tirar a roupa
Está fora de questão.
Enrolando os bancos da minha cama
Fluindo com os membros que eu espalho
Amarra-me na cara, a almofada mexe-se,
Estou bem, onde vais? Lar, doce lar.
Atira os dados pela porta do colchão.
Deixas-me de cara para baixo e bêbado como pode ser,
O mundo lá fora o quarto parte o vapor
Só consigo ver um buraco negro.
Juro que não volto a fazer isto.
Deixe um padre vir e eu certamente me arrependerei.
Os vivos guardam as coisas que consumi
Está a viajar e a contorcer-se por dentro.
Atira os dados pela porta do colchão.
Deixas-me de cara para baixo e bêbado como pode ser,
O mundo lá fora o quarto parte o vapor
Só consigo ver um buraco negro.
Havia boas piadas em mim.
Enquanto sonhei que devia escrevê-los.
Quando a Conversa não
Eu fecho, oh, tão fundo.
Um sonho põe-me de fora
As ruas quando chove.
Uma mão encontra o vidro
Para temer uma causa para mim.
É errado ficar sozinho
Com esta cabeça cheia de som
Só para vir para a cama
Não consigo.
Agora as luzes da rua olham para dentro
Com finalidade desconhecida
Aqueles olhos alienígenas
Tenho andado à procura na minha casa.
Um pedaço através do colchão até ao chão.
O sol brilhante está em terra.
O perdão no caixão floresce, de facto.
O doce cheiro de alívio bêbado.