Fates Warning — The Ghosts of Home letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Ghosts of Home" de Fates Warning.

Letra

Where I come from, no one’s home
Twisted branches overgrown
Skin deep roots over broken bone
Dust and glass and the ghosts of home
Knock at the door, no one’s home
Empty rooms and shadows flown
Down these halls fading memories roam
Hand and hand with the ghosts of home
Another new horizon
Familiar scene of childhood dislocation
Fingers traced the colored lines
Another road, another destination
You said goodbye to empty rooms
And farewell to the walls and windows
Waved to no one in particular
As the lights went out and the doors behind you closed
Home again, home again
Stranger in a strange land
You walk the halls nervous and unseen
Keep your head down don’t raise your hand
Alone in the crowd, a ghost in the machine
Home again, home again
Half remembered neighborhoods
Twisted branches in dying woods
Broken bones and childhoods
Broken homes in lost boyhoods
Summer wars in the woods
Fleeting blood brotherhoods
Hoped to run but never stood
Wished to stay but never could
What did you hope to find
Home again, what could you find?
In doorways and window panes, in broken glass and faded frames
Can clocks turn back, the years unwind
Are you still hiding there now
A ghost, trapped behind those walls?
So goodbye again to empty rooms
And farewell to walls and windows
Print them once more in your memory
As the lights recede and the road behind you grows
Home again, home again

Tradução da letra

De onde venho, ninguém está em casa.
Galhos torcidos overgrown
Pele raízes profundas sobre osso partido
Pó e vidro e os fantasmas de casa
Bate à porta, ninguém está em casa.
Quartos vazios e sombras voadas
Por estes corredores as memórias desvanecem-se
Mão e mão com os fantasmas de casa
Outro novo horizonte
Cena Familiar de luxação infantil
Os dedos traçaram as linhas coloridas
Outra estrada, outro destino
Despediste-te de quartos vazios.
E adeus às paredes e janelas
Não acenei a ninguém em particular
Enquanto as luzes se apagavam e as portas atrás de TI se fechavam
Casa outra vez, Casa outra vez
Estranho numa terra estranha
Andas pelos corredores nervoso e invisível
Mantém a cabeça baixa não levantes a mão
Sozinho na multidão, um fantasma na máquina
Casa outra vez, Casa outra vez
Bairros meio lembrados
Ramos torcidos em bosques moribundos
Ossos partidos e infâncias
Lares desfeitos em infâncias perdidas
Guerras de verão na floresta
Irmandades de sangue fugazes
Esperava correr mas nunca se levantou
Desejei ficar mas nunca pude
O que esperavas encontrar?
Em casa outra vez, o que encontraste?
Em Entradas e janelas, em vidro partido e molduras desbotadas
Os relógios podem voltar para trás, os anos se desenrolam
Ainda estás aí escondido?
Um fantasma, preso atrás daquelas paredes?
Adeus novamente aos quartos vazios.
E adeus às paredes e janelas
Imprime-os mais uma vez na tua memória
À medida que as luzes se afastam e a estrada atrás de TI cresce
Casa outra vez, Casa outra vez