Facto Delafe y las flores azules — El monstruo de las ramblas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El monstruo de las ramblas" de Facto Delafe y las flores azules.

Letra

Pisas la calle, caminas a negras
La miseria clava clavos a negras
Y hace el amor, al compás, sin gas
Suenan campanas te mueves, sospechoso
Con el pecho en los hombros, empiezas a bailar
A patinar, bombeas sangre a negras
Porque sientes tanto el cielo, sientes cada muro
Cada dia, cada esquina en la ciudad
Es domingo y hace mucho frio
El monstruo de las ramblas te sigue
Te sigue, silenciosa…
La maquina siempre gira a negras
Y sube el tomate, sin parar el alquiler
Sin parar el movimiento, sigue las calles
Y los niños ¿Dónde están?
La maquina siempre gira a negras
Y sube el tomate, sin parar el alquiler
Sin parar el movimiento esta en las calles
Y en los parques, ¿Dónde están?
Dispara negras cuando estes atrapada
Cuando sueñes con la muerte
O tu jefe quiera violarte
Si tienes todo por lo que todo dejaste
Y sientes ganas de llorar
Es que formas parte del engranaje
Es que te oxidas dia a dia
Recuerda, las campanas no dejan de sonar
Y atraviesan muros si las quieres escuchar
Que la maquina siempre gira a negras
Y sube el tomate sin parar el alquiler
Sin parar el movimiento esta en las calles
Y tus sueños, ¿Dónde están?

Tradução da letra

Você pisa na rua, caminha para preto
A miséria prega pregos a pretos
E faz amor, ao compasso, sem gás
Estás a mexer-te, suspeito
Com o peito, nos ombros, você começa a dançar
A patinar, bombeia sangue para negras
Porque você sente tanto o céu, você sente cada parede
Todos os dias, todos os cantos da cidade
É domingo e faz muito frio
O monstro das ramblas segue te
Segue-Te, silenciosa…
A máquina gira sempre a pretas
E sobe o tomate, sem parar o aluguel
Sem parar o movimento, siga as ruas
E as crianças Onde estão?
A máquina gira sempre a pretas
E sobe o tomate, sem parar o aluguel
Sem parar o movimento está nas ruas
E nos parques, Onde estão?
Atire preto quando você está preso
Quando sonhares com a morte
Ou o teu chefe quer violar te
Se você tem tudo para o qual você deixou tudo
E você sente vontade de chorar
É que você faz parte da engrenagem
É que te oxidas dia a dia
Lembre-se, os sinos não param de tocar
E atravessam paredes se as quiseres ouvir
Que a máquina gira sempre a pretas
E sobe o tomate sem parar a renda
Sem parar o movimento está nas ruas
E os teus sonhos, onde estão?