Etienne Daho — Les Torrents Défendus letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Torrents Défendus" de Etienne Daho.
Letra
Encore, flambent dans la nuit,
nos âmes fières sur les trottoirs de vos quartiers interdits.
Encore twistent sans répit, nos silhouettes dans le noir,
dans vos quartiers ennemis.
Que vivent les fièvres de la jeunesse, rivières de nos vingt ans,
qui galopent folles dans nos veines et ce jusqu’au dernier printemps.
Pourvu que jamais rien ne les freine,
laves de sueur et de sang,
qui libérées grondent et puis déchaînent, ces torrents défendus,
qui intoxiquent nos insomnies,
de leur infectieuse mélancolie.
Encore, brillent dans la nuit,
les âmes fières de l’histoire, dans vos quartiers ennemis.
Que vivent les fièvres de la jeunesse, rivières de nos vingt ans,
qui galopent folles dans nos veines et ce jusqu’au dernier printemps.
Pourvu que jamais rien ne les freine, laves de sueur et de sang,
qui libérées grondent et puis déchaînent,
ces torrents défendus, qui intoxiquent nos insomnies,
de leur infectieuse mélancolie.
Si un jour j’en ai marre, la tête brûlante, le coeur froid,
souffrirai-je un jour de moins souffrir pour toi?
Que vivent les fièvres de la jeunesse,
rivières de nos vingt ans, qui galopent folles dans nos veines
et ce jusqu’au dernier printemps.
Pourvu que jamais rien ne les freine,
laves de sperme et de sang,
qui libérées grondent et puis déchaînent, ces torrents défendus,
qui intoxiquent nos insomnies,
de leur infectieuse mélancolie.
Mais si j’en ai ma claque, la tête brûlante, le coeur froid.
Souffrirai-je un jour de moins souffrir pour toi?
(Merci à Muirgheal pour cettes paroles)
Tradução da letra
Ainda assim, blaze in The night,
as nossas almas orgulhosas nas calçadas dos vossos bairros proibidos.
Ainda torcem sem tréguas, as nossas silhuetas no escuro,
nos vossos aposentos inimigos.
O que vive as febres da Juventude, rios dos nossos vinte anos,
esse galope nas nossas veias até à última primavera.
Desde que nada os detenha.,
lavagens de suor e sangue,
que libertaram murmúrios e depois libertaram, estas torrentes defendidas,
que intoxicam a nossa insónia,
a melancolia infecciosa deles.
Ainda assim, brilha na noite,
as almas orgulhosas da história, nos vossos aposentos inimigos.
O que vive as febres da Juventude, rios dos nossos vinte anos,
esse galope nas nossas veias até à última primavera.
Desde que nada os detenha, lavas de suor e sangue.,
que liberta murmúrios e depois liberta,
estas torrentes defendidas, que intoxicam a nossa insónia,
a melancolia infecciosa deles.
Se um dia Estou farto, a cabeça a arder, o coração a arrefecer,
vou sofrer um dia menos por ti?
O que vive as febres da Juventude,
rios dos nossos vinte anos, que galopam loucamente nas nossas veias
e isto até à última primavera.
Desde que nada os detenha.,
esperma e lavagem de sangue,
que libertaram murmúrios e depois libertaram, estas torrentes defendidas,
que intoxicam a nossa insónia,
a melancolia infecciosa deles.
Mas se tenho uma paixoneta por ela, a minha cabeça está a arder, o meu coração está frio.
Vou sofrer um dia menos por ti?
(Obrigado a Muirgheal por estas palavras)