Estrella Morente — Bulerías De La Bola letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bulerías De La Bola" de Estrella Morente.

Letra

Bolita rodar, bolita rodar
ay, porqué no echas tú, primito mío,
la bolita a rodar
y lo que de Dios tuviere
y al amanecer vendrá,
ay mare, mare
y al amanecer vendrá
arena lleva la playa
yo, tu querer no lo olvido,
y por donde quiera que vaya.
que mis ojitos estaban tan hechos
a verte a tí todos los días
y ahora se me vienen pasando
meses, semanas y días
vengo de la gran Turquía
traigo pañuelos de Holanda
que en España no los había
ay pá qué tanto yo ver
mis ojitos tengo secos,
de sembrar y no coger.
yo no le temo a la muerte
porque morir es natural,
le temo más a las cuentas
que a Dios le tendré que dar,
yo no le temo a la muerte,
porque morir es natural.
serrana como te has puesto,
que no veía las costuras
ni tampoco el movimiento
esa gitana tan guapa
que va por mitad del río
no la dejéis que baje sola
que se la va enganchar el vestido
que me parece
que he visto volar una cometa,
llena de tirabuzones,
con la cara de mi estrella
yo seré muralla, pá que no te ofendan
y a ti no te tiren, gitana, por tierra.
(Gracias a Tidaa por esta letra)

Tradução da letra

Bola rolar, bola rolar
oh, por que você não joga fora, meu priminho,
a bola a rolar
e o que de Deus tiver
e, ao amanhecer virá,
Mare, mare
e, ao amanhecer virá
areia leva a praia
eu, o teu querer não me esqueço,
e onde quer que vá.
que os meus olhos estavam tão feitos
ver te todos os dias
e agora estão a passar se
meses, semanas e dias
eu venho da Grande Turquia
tenho lenços da Holanda
que em Espanha não havia
ai pai o quanto eu ver
os meus olhos estão secos,
semear e não pegar.
Não tenho medo da morte
porque morrer é natural,
tenho mais medo das contas
que a Deus terei que dar,
Não tenho medo da morte,
porque morrer é natural.
serrana como você se veste,
que não via as costuras
nem o movimento
aquela cigana tão bonita
que vai a meio do rio
não a deixem descer sozinha
ela vai ficar com o vestido
o que me parece
que vi uma pipa voar,
cheia de cachos,
com o rosto da minha estrela
eu serei muralha, pai que não te ofendam
e a ti não te atirem, cigana, por terra.
(Graças a Tidaa por esta letra)