Estopa — Vuelvo A Las Andadas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vuelvo A Las Andadas" de Estopa.

Letra

vuelvo a las andadas
y me vomito gritando un sueno
no me quedan balas
si me despierto y sigo durmiendo
no me des la espalda
que me acomplejas con tu mirada
no me pasa nada
que si me para los pies
creo que va a estallar
una olla presion
dentro de mi cabeza
creo que estoy decayendo
me muero de rabia
dame otra cerveza
no me miento lo se no quiero comerme el mono a pulso
creo que debes marcharte
no sea que te grite
y te mueras des susto
y si quieres
vuelvo a las andadas
y me vomito gritando un sueno
no me quedan balas
si me despierto y sigo durmiendo
no me des la espalda
que me acomplejas con tu mirada
no me pasa nada
que si me para los pies
que si me para los pies
que si me para los pies
ya no me sale el sol
no me quito las botas
ni al acostarme
me come la desidia
y paque no te toque
tendras que atarme
se me ha ido el color
y hablo blanco y negro
de tanto mirarme
prestame una sonrisa
si por esta noche
tu quieres salvarme
y si quieres
vuelvo a las andadas
y me vomito gritando un sueno
no me quedan balas
si me despierto y sigo durmiendo
no me des la espalda
que me acomplejas con tu mirada
no me pasa nada
que si me para los pies
me salen alas
puede que no valga
mi sonrisa de oreja a oreja
vuelvo a mi almohada
a seguir nadando en cerveza
vuelvo a las andadas
y me vomito gritando un sueno
un sueno que esta vivo
y que vive por dentro
una rama de olivo
que crece en el desierto
un grito que se escapa
de una garganta muda
o, el sol de manana deslumbrandose
en tu piel desnuda
y si quieres
vuelvo a las andadas
y me vomito gritando un sueno
no me quedan balas
si me despierto
y sigo durmiendo
no me des la espalda
que me acomplejas con tu mirada
no me pasa nada
que si me para los pies
que si me para los pies
que si me para los pies
me salen alas…

Tradução da letra

estou de volta aos trilhos
e vomito a gritar um sonho
Não tenho mais balas
se eu acordar e continuar a dormir
não me vires as costas
que me acompanhes com o teu olhar
não há nada de errado comigo
que se me parasse os pés
acho que vai explodir
uma panela pressão
dentro da minha cabeça
acho que estou a diminuir
estou a morrer de raiva
dá-me outra cerveja
não estou a mentir não quero comer o macaco ao pulso
acho que tens de ir
para não gritar contigo
e tu morres de susto
e se quiseres
estou de volta aos trilhos
e vomito a gritar um sonho
Não tenho mais balas
se eu acordar e continuar a dormir
não me vires as costas
que me acompanhes com o teu olhar
não há nada de errado comigo
que se me parasse os pés
que se me parasse os pés
que se me parasse os pés
o sol já não está a nascer
não Tiro as botas
nem quando me deitei
come me a preguiça
e paque não te toque
vais ter de me amarrar
perdi a cor
e falo preto e branco
de tanto olhar para mim
empresta me um sorriso
sim por esta noite
tu queres salvar me
e se quiseres
estou de volta aos trilhos
e vomito a gritar um sonho
Não tenho mais balas
se eu acordar e continuar a dormir
não me vires as costas
que me acompanhes com o teu olhar
não há nada de errado comigo
que se me parasse os pés
tenho asas
pode não valer a pena
meu sorriso de orelha a orelha
vou voltar para a minha almofada
continuar a nadar na cerveja
estou de volta aos trilhos
e vomito a gritar um sonho
um sonho que está vivo
e que vive por dentro
um ramo de oliveira
que cresce no deserto
um grito que escapa
de uma garganta muda
ou, o sol de amanhã deslumbrando-se
em sua pele nua
e se quiseres
estou de volta aos trilhos
e vomito a gritar um sonho
Não tenho mais balas
se eu acordar
e ainda estou a dormir
não me vires as costas
que me acompanhes com o teu olhar
não há nada de errado comigo
que se me parasse os pés
que se me parasse os pés
que se me parasse os pés
tenho asas…