Estopa — Tan Solo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tan Solo" de Estopa.
Letra
Miscellaneous
Tan Sólo
Me siento tan vivo
Pero tan enterrado
Ahora estoy huyendo sobre suelo mojado, mojado…
Se parece a ti
Y que no me digan
Que vuelvo a estar borracho
Sólo estoy dormido sobre el colchón más guarro
Tirado en la calle
Cerca de tu barrio
Y ahora se pone a llover
Vuelvo a mi cama de siempre
Pero sigo estando
Tan sólo, tan sólo, tan sólo, tan sólo
¿Dónde me voy a coger?
Ahora vuelvo a reaccionar
Se me cae el reloj encima
Y no puedo aguantar más esta historia de miedo
¡Apaga la tele ya!
He perdido el rumbo
La noción del tiempo
Un callejón oscuro dibuja un entierro
¡Se ha muerto la luna!
¡Qué se calle el viento!
Una luz a lo lejos alumbra una figura
Que parecía la gloria pero…
Sólo era el camión de la basura
Haciendo su ruta
Todo sigue igual que ayer
Las mismas caras de siempre
El mismo llanto que me hizo llorar tanto tiempo
El mismo tiempo que perder
Parece una eternidad
Nunca acabo esta botella
Porque sigue estando
El fondo cada vez más lejos
Siempre vuelvo a vomitar
Y mi casa vuelve a arder
Con todos mis trastos dentro
Todos mis recuerdos
Todas mis ilusiones
¡Toda mi vida!
Vacía de sensaciones
Y aquí se está cayendo el cielo
No tengo a dónde ir Me duermo en cada esquina, están hechas para mí
Ahora no te reconozco no me acuerdo, no sé
Lo siento no puedo recordarlo todo
Tradução da letra
Miscellaneous
Apenas
Sinto me tão vivo
Mas tão enterrado
Agora estou fugindo em solo molhado, molhado…
É parecido contigo
E não me digam
Que estou bêbado outra vez
Só estou a dormir no colchão mais nojento
Deitado na rua
Perto do seu bairro
E agora está a chover
Volto para a minha cama de sempre
Mas ainda estou
Tão só, tão só, tão só, tão só
Onde vou foder?
Agora volto a reagir
O meu relógio está a cair
E não aguento mais esta história assustadora
Desliga a televisão agora!
Perdi o rumo
A noção do tempo
Um beco escuro desenha um enterro
A lua morreu!
Que se cale o vento!
Uma luz à distância ilumina uma figura
Que parecia glória mas…
Era só o camião do lixo
Fazendo sua rota
Tudo continua como ontem
As mesmas caras de sempre
O mesmo choro que me fez chorar tanto tempo
O mesmo tempo que perder
Parece uma eternidade
Nunca acabo esta garrafa
Porque ainda está
O fundo cada vez mais longe
Volto sempre a vomitar
E a minha casa volta a arder
Com todas as minhas coisas lá dentro
Todas as minhas memórias
Todas as minhas ilusões
Toda a minha vida!
Vazio de sensações
E aqui o céu está caindo
Eu não tenho para onde ir eu durmo em todos os cantos, eles são feitos para mim
Agora não te reconheço, não me lembro, não sei
Desculpa não me consigo lembrar de tudo