Estopa — Lunes letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lunes" de Estopa.
Letra
Lunes por la mañana, sólo veo nubes
Por la ventana y un mal rollo me sube
Por la garganta con un fino hilo de luz loca
Penetro en la boca del metro
Donde me junto, donde me mezclo
Y nadie sabe el sueño que tengo
Sólo, una chiquilla que al subir, me clava el codo
Que me hace cosquillas y que le brillan los ojos
Hace que me despierte un poco
Hoy, no me siento responsable, no quiero salir del bar
Que se me cruzan los cables y no los puedo arreglar
No me digas más detalles de cómo puedo escapar
Traza un plan que nunca falle, yo lo puedo hacer fallar
Bajas, bajas o subes, no sé qué me pasa
Que siempre estoy en las nubes
Nueve de la mañana, el tiempo se consume
Como la ceniza de mi cigarro
Que se muere en un cenicero de hierro
Donde yo también me apago y me enciendo
Donde me encuentro y donde me pierdo
Brilla, una sonrisa que me enseña una trilla
Que para mi como al dolor la Aspirina
Y mi alma que despierte un poco…
Hoy, no me siento responsable, no quiero salir del bar
Que se me cruzan los cables y no los puedo arreglar
No me digas más detalles de cómo puedo escapar
Traza un plan que nunca falle, yo lo puedo hacer fallar
Tradução da letra
Segunda de manhã, só vejo nuvens
Pela janela e um rolo ruim me sobe
Pela garganta com um fio fino de luz louca
Penetro na boca do metrô
Onde me junto, onde me misturo
E ninguém sabe o sonho que tenho
Apenas, uma menina que, ao subir, me prega o cotovelo
Que me faz cócegas e que lhe brilham os olhos
Faz me acordar um pouco
Hoje, não me sinto responsável, não quero sair do bar
Que se cruzam os meus Cabos e não os posso consertar
Não me diga mais detalhes de Como posso escapar
Traça um plano que nunca falhe, eu posso fazê-lo falhar
Baixas, baixas ou subes, não sei o que se passa comigo
Que estou sempre nas nuvens
Nove da manhã, o tempo é consumido
Como as cinzas do meu charuto
Você morre em um cinzeiro de ferro
Onde eu também desligar e ligar
Onde me encontro e onde me perco
Brilha, um sorriso que me ensina uma debulha
Que para mim como a dor a Aspirina
E a minha alma que acorde um pouco…
Hoje, não me sinto responsável, não quero sair do bar
Que se cruzam os meus Cabos e não os posso consertar
Não me diga mais detalhes de Como posso escapar
Traça um plano que nunca falhe, eu posso fazê-lo falhar