Estopa — La Matraca letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Matraca" de Estopa.
Letra
La cartas sobre la mesa, so-bran las palabras
No me cuentes mas charangas que hoy… ¡Estoy dobla’o!
La piedra filosofal es lo que me hace falta
Dame fuego y dime la mitad de la verdad
Que yo me entienda, que me organice y te comprenda
Cuando estoy a gusto, no vengas con la matraca
En mi cielo azul celeste estoy… ¡Soy un nublao!
Yo tengo de blues mas lo que tu tienes de monja
Dame fuego y dime la verdad por la mitad
Que soy una esponja… Que empiece ya el tira y afloja
Lejos del Ebro, vamos al tajo
Dame lo que quiero ya veras que no me rajo
Esta me esta costando trabajo, comiendo me el coco
No vas a llegar muy lejos
Muy despacito que yo me entienda
Que empiece ya el tira y afloja
Y que te compre el que te comprenda
Muy despacito que soy una esponja
Que empiece ya el tira y afloja
Muy despacito que yo me entienda
Que me organice y te comprenda
Y un viento de sur que ya esta cruzando la calle
Me hace recordar que yo no vendo mi alma a nadie
Me paro a mirar en casi todos los escaparates
Ya lo sabes tu que soy un poquito cobarde…
Y no me vengas, con historietas ni monsergas
Muy despacito que soy una esponja
Que empiece ya el tira y afloja
Lejos del Ebro, vamos al tajo
Dame lo que quiero ya veras que no me rajo
Esta me esta costando trabajo, comiendo me el coco
No vas a llegar muy lejos
Muy despacito que yo me entienda
Que empiece ya el tira y afloja
Y que te compre el que te comprenda
Muy despacito que soy una esponja
Que empiece ya el tira y afloja
Muy despacito que yo me entienda
Que me organice y te comprenda
Comiéndome el coco
No vas a llegar muy lejos…
Comiéndome el coco (x4)
No vas a llegar muy lejos…
Comiéndome el coco (x4)
Tradução da letra
As cartas sobre a mesa, so-bran as palavras
Não me contes mais charangas do que hoje Estoy estou dobla'o!
A pedra filosofal é o que me faz falta
Dá me fogo e diz me metade da verdade
Que eu me entenda, que me organize e te entenda
Quando estou à vontade, não venhas com o frasco
No meu céu azul celeste estou Nubl sou um nublado!
Eu tenho de blues mais o que tu tens de freira
Dá me fogo e diz me a verdade ao meio
Que sou uma esponja empiece que comece já o cabo-de-guerra
Longe do Ebro, vamos ao tejo
Dá me o que quero verás que não me rajo
Está a custar-me Trabalho, a comer o meu coco
Não vais muito longe
Muito devagar que eu me entenda
Que comece já o cabo de guerra
E que te compre aquele que te compreenda
Muito devagar que sou uma esponja
Que comece já o cabo de guerra
Muito devagar que eu me entenda
Que me organize e te compreenda
E um vento sul que já está do outro lado da rua
Faz me lembrar que eu não vendo a minha alma a ninguém
Eu paro para olhar em quase todas as vitrines
Sabes que sou um pouco cobarde…
E não me venhas com histórias em quadrinhos ou monsergas
Muito devagar que sou uma esponja
Que comece já o cabo de guerra
Longe do Ebro, vamos ao tejo
Dá me o que quero verás que não me rajo
Está a custar-me Trabalho, a comer o meu coco
Não vais muito longe
Muito devagar que eu me entenda
Que comece já o cabo de guerra
E que te compre aquele que te compreenda
Muito devagar que sou uma esponja
Que comece já o cabo de guerra
Muito devagar que eu me entenda
Que me organize e te compreenda
A comer o coco
Não vais muito longe…
Comendo o coco (x4)
Não vais muito longe…
Comendo o coco (x4)