Estopa — Empanados letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Empanados" de Estopa.

Letra

Nos quedamos un poquito empanados
Sacamos nuestras caras al viento
Pa despeinarnos como sabemos
Gritamos hasta desgañitarnos
Para que nos oigan lo más lejos
Que sepan que no estamos llorando
Sólo chillamos
Nos quedamos algo desorientados
Cuando fumamos y nos dormimos
Siempre soñamos que estamos vivos
Para contarlo sin despertarnos
Siempre pendientes de un hilo fino
A la mínima duda caemos y despertamos
Arriba, de nuestras cabezas vuelan
Unas moscas golondrinas
Pero sólo una se cuela por alguna grieta
Encima nos alumbran las estrellas
Nos quedamos sin saliva
Seguro que son secuelas de la primavera
Ya no puedo sentir dolor
Ahora me invento antídoto contra el mal humor
Preparo un formulas que ni yo puedo entender
Para seguir soñando hasta el amanecer
Me pierdo entre la niebla de esta habitación
Para forzar un poco la imaginación
Que siempre vuela
Nos subimos al punto más alto
Giramos 360 grados
Si no encontramos lo que buscamos
Nos conformamos con seguir buscando
Pero si está nos precipitamos
Por que sabemos lo que queremos
Y lo que odiamos
Arriba, de nuestras cabezas vuelan
Unas moscas golondrinas
Pero sólo una se cuela por alguna grieta
Pero encima nos alumbran las estrellas
Nos quedamos sin saliva
Seguro que son secuelas de la primavera
Ya no puedo sentir dolor
Ahora me invento antídoto contra el mal humor
Preparo un formulas que ni yo puedo entender
Para seguir soñando hasta el amanecer
Me pierdo entre la niebla de esta habitación
Para forzar un poco la imaginación
Que siempre vuela
Ya no puedo sentir dolor
Ahora me invento antídoto contra el mal humor
Preparo un formulas que ni yo puedo entender
Para seguir soñando hasta el amanecer
Me pierdo entre la niebla de esta habitación
Para forzar un poco la imaginación…

Tradução da letra

Ficamos um pouco empanados
Nós puxamos nossos rostos para o vento
Para despentear nos como sabemos
Gritamos até nos desganharmos
Para que nos ouçam o mais longe possível
Que saibam que não estamos a chorar
Só gritamos
Ficamos um pouco desorientados
Quando fumamos e adormecemos
Sempre sonhamos que estamos vivos
Para contar sem acordar
Sempre brincos de um fio fino
Na menor dúvida caímos e acordamos
Acima de nossas cabeças voam
Umas moscas andorinhas
Mas só uma se infiltra por alguma fenda
As estrelas iluminam nos
Ficamos sem saliva
Claro que são sequelas da primavera
Já não consigo sentir dor
Agora invento me antídoto contra o mau humor
Preparo uma fórmula que nem eu consigo entender
Para continuar sonhando até o amanhecer
Perco me entre o nevoeiro desta sala
Para forçar um pouco a imaginação
Que voa sempre
Subimos ao ponto mais alto
Nós Giramos 360 graus
Se não encontrarmos o que procuramos
Nós nos contentamos em continuar procurando
Mas se estiver estamos a precipitar nos
Porque sabemos o que queremos
E o que odiamos
Acima de nossas cabeças voam
Umas moscas andorinhas
Mas só uma se infiltra por alguma fenda
Mas ainda por cima as estrelas iluminam nos
Ficamos sem saliva
Claro que são sequelas da primavera
Já não consigo sentir dor
Agora invento me antídoto contra o mau humor
Preparo uma fórmula que nem eu consigo entender
Para continuar sonhando até o amanhecer
Perco me entre o nevoeiro desta sala
Para forçar um pouco a imaginação
Que voa sempre
Já não consigo sentir dor
Agora invento me antídoto contra o mau humor
Preparo uma fórmula que nem eu consigo entender
Para continuar sonhando até o amanhecer
Perco me entre o nevoeiro desta sala
Para forçar um pouco a imaginação…