Estopa — Demonios letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Demonios" de Estopa.

Letra

Dime donde vas pobre diablo
Dime si es que te han desheredado
Pues sí, menudos cabrones
Soy caballo sin establo
Oye me han echado del infierno
Dicen que es que me falta un pecado
Yo quise quedarme dentro, prometí estarme callado
Pero ni con mi silencio, ni siendo yo muy diablo
Demonios son mis temores
Demonio es tanto llanto
Demonios en el mar de dudas
Donde se asusta el espanto
Que el diablo es el olvido
Porque el olvido es chinarse las venas
Perder la primavera, buscar lo perdido
Quitarse los muebles de la cabeza
Soñar que despiertas en un barco hundido
Yo me mantengo con el alma en vela
Quitándome las penas so’ando contigo
Quemando mas leña, echándole mas tela
Probando el sabor de tu copa de vino
Demonio vete al infierno
Vente donde yo te tenga al lado
Que el infierno es un oasis
En un desierto de llantos
Que el infierno solo te quema
Cuando nunca el fuego te ha quemado
Y habiendo ardido piensas, ya no te hacen falta mantos
Que yo sólo tengo mi hoguera
Vente que te, vente que te, vente que te
Estoy esperando
Demonios son mis temores
Demonio es tanto llanto
Demonios en el mar de dudas
Donde se asusta el espanto
Que el diablo es el olvido
Porque el olvido es chinarse las venas
Perder la primavera, buscar lo perdido
Quitarse los muebles de la cabeza
Soñar que despiertas en un barco hundido
Yo me mantengo con el alma en vela
Quitándome las penas so’ando contigo
Quemando mas leña, echándole mas tela
Probando el sabor de tu copa de vino
Porque el olvido es chinarse las venas
Perder la primavera, buscar lo perdido
Quitarse los muebles de la quijotera
Soñar que despiertas en un barco hundido
Soñar que despiertas en un barco hundido…

Tradução da letra

Diz me onde vais pobre diabo
Diz me se te deserdaram
Pois sim, cabrões
Sou um cavalo sem estábulo
Fui expulso do inferno
Dizem que me falta um pecado
Eu queria ficar lá dentro, prometi ficar calado
Mas nem com o meu silêncio, nem sendo eu muito diabo
Raios são os meus medos
Demónio é tanto choro
Demônios no mar de dúvidas
Onde o espanto se assusta
Que o diabo é o esquecimento
Porque o esquecimento é queimar as veias
Perder a primavera, procurar o perdido
Tirar a mobília da cabeça
Sonhar que você acorda em um navio afundado
Eu mantenho me com a alma em vela
A tirar-me as mágoas contigo
Queimando mais lenha, derramando mais tecido
Provando o sabor do seu copo de vinho
Demónio vai para o inferno
Venha onde eu o tiver ao lado
Que o inferno é um oásis
Num deserto de choro
Que o inferno só te queima
Quando nunca o fogo te queimou
E tendo ardido você pensa, você não precisa mais de mantos
Que eu só tenho a minha fogueira
Vente que te, vente que te, vente que te
Estou à espera
Raios são os meus medos
Demónio é tanto choro
Demônios no mar de dúvidas
Onde o espanto se assusta
Que o diabo é o esquecimento
Porque o esquecimento é queimar as veias
Perder a primavera, procurar o perdido
Tirar a mobília da cabeça
Sonhar que você acorda em um navio afundado
Eu mantenho me com a alma em vela
A tirar-me as mágoas contigo
Queimando mais lenha, derramando mais tecido
Provando o sabor do seu copo de vinho
Porque o esquecimento é queimar as veias
Perder a primavera, procurar o perdido
Tirar a mobília da quixotera
Sonhar que você acorda em um navio afundado
Sonhar que você acorda em um navio afundado…