Eric Andersen — Time Run Like a Freight Train letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Time Run Like a Freight Train" de Eric Andersen.
Letra
Outside the rain is falling, the doorways all are filled
With all whose lives just move so slow, leaving only space to fill
Oh, the rain is making patterns now on my windowsill
Of those who never asked to die and were too afraid to kill.
Time run like a freight train, won’t you take me down the line;
There’s so much much I can never say of the ruins left behind.
Oh, my pockets they are empty, there’s so much on my mind.
Time run like a freight train, and take me down the line.
Pamela was anxious I kept her waiting long.
She asked me for a symphony, I only gave her songs,
But I’m weary of these petty wars, I long for perfect sin;
When gravity was my lover and silence was my friend.
But Lila does not care for chains, prefering wind to stone;
Her hungry thighs they sing for me, her mouth moves like a poem.
We’ve loved in green desire’s light so careful not to bruise,
All the secrets we so finely spun, knowing neither likes to lose.
So gather all your shattered mirrors, I’ll take them willingly
To the peddlers and the auction men who will trade them all for dreams,
For there’s nothing left but mercy now for you the one-armed thief;
The poet who pawned his mystery in turn for some relief.
Tradução da letra
Lá fora a chuva está a cair, as portas estão cheias.
Com todas as vidas que se movem tão devagar, deixando apenas espaço para preencher
Oh, a chuva está fazendo padrões agora no meu parapeito da janela
Daqueles que nunca pediram para morrer e tinham demasiado medo de matar.
O tempo corre como um comboio de carga, não me levas pela linha;
Há tanta coisa que nunca posso dizer sobre as ruínas deixadas para trás.
Os meus bolsos estão vazios, tenho tanta coisa na cabeça.
O tempo corre como um comboio de carga, e leva-me pela linha.
A Pamela estava ansiosa por tê-la feito esperar muito tempo.
Ela pediu-me uma sinfonia, só lhe dei canções.,
Mas estou cansado destas guerras mesquinhas, anseio pelo pecado perfeito;
Quando a gravidade era minha amante e o silêncio era meu amigo.
Mas a Lila não gosta de correntes, de vento em pedra;
As suas coxas famintas cantam para mim, a boca dela mexe-se como um poema.
Amámos à luz do desejo verde, com tanto cuidado para não ferir nódoas negras.,
Todos os segredos que inventámos tão bem, sabendo que nenhum dos dois gosta de perder.
Por isso junta todos os teus espelhos partidos, eu levo-os de livre vontade.
Aos vendedores ambulantes e aos leiloeiros que os trocarão por sonhos,
Pois não resta mais nada além de misericórdia para ti, o ladrão de um braço só.;
O poeta que empenhou o seu mistério por sua vez para algum alívio.