Epidemic — Insanity Plea letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Insanity Plea" de Epidemic.

Letra

Did something snap inside of me, sicken and deform tap a hidden =
illness deep inside.
Release my violent energy, repeat the senseless kill.
Caught red handed in the act of crime.
Fear engulfs my state of mind, numbs my train of thought.
Future hanging in the balance, will the state require my demise?
Time, the space of empty years to pass me by.
Solitude, life repossessed, parole to be denied.
Without panic, a loophole found.
Fragmented inner workings of my kind.
Time has slowed, the trial is near, the lies will pave the way.
Truth evaded, conjuring excuses to be made.
Memory is fragmented I wallow in decay.
My dreams are blurred with consciousness, the night seeps into day.
My day of trial draws closer still.
Emotions burned as pressure builds.
Collect your thoughts, act the charade.
Will freedom call, which road to take.
Immoral acts stain my brain, horror from within.
No remorse for victims who have passed.
Now on judgment day I pleas insanity.
Cold blooded murderer at heart.
No bargains from the state, the court becomes my prey.
Pass the buck, shift the blame.
Fuck the system, free to kill again.

Tradução da letra

Algo entrou dentro de mim, adoeceu e deformou, tapou um esconderijo .
doença profunda.
Liberta a minha energia violenta, repete a morte sem sentido.
Apanhado em flagrante no acto de crime.
O medo envolve o meu estado de espírito, entorpece o meu raciocínio.
O futuro está em jogo, o estado vai exigir a minha morte?
O tempo, o espaço de anos vazios para passar por mim.
Solidão, prisão perpétua recuperada, liberdade condicional negada.
Sem pânico, uma brecha foi encontrada.
Trabalhos internos fragmentados da minha espécie.
O tempo abrandou, o julgamento está próximo, as mentiras abrirão o caminho.
A verdade escapou, invocando desculpas para serem feitas.
A memória está fragmentada. estou em decadência.
Os meus sonhos estão desfocados de consciência, a noite infiltra-se no dia.
O meu dia de julgamento aproxima-se ainda mais.
As emoções ardem à medida que a pressão aumenta.
Reúne os teus pensamentos, age como uma farsa.
A liberdade chama, que caminho tomar.
Os actos imorais mancham-me o cérebro, o horror vindo de dentro.
Não há remorsos pelas vítimas que passaram.
Agora, no dia do julgamento, peço insanidade.
Assassino a sangue frio no coração.
Sem pechinchas do Estado, o tribunal torna-se a minha presa.
Passa a responsabilidade, muda a culpa.
Que se lixe o sistema, livre para matar outra vez.