Enchant — My Gavel Hand letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "My Gavel Hand" de Enchant.

Letra

Running blind and out of breath
But in the wrong direction
I don’t recall or recognize
My own reflection
Locked myself in a cell I can’t breach
My key to sovereignty lies just out of reach
Can’t set myself free:
Can’t seem to keep down my last meal
Can’t turn back the hand I deal
Feel like I’m caught in foreign land
Exiled by my gavel hand
A rat in a cage
I’m spinning the wheel
But getting nowhere
The gallows -- my stage
I’m seen by all
Performing to no one
This could have been my finest day
A drug that expends me; the price that I pay
Can’t throw it away:
Can’t seem to keep down my last meal
Can’t turn back the hand I deal
Feel like I’m caught in foreign land
Exiled by my gavel hand
The cage that I’m in is formed
From my own design:
No way out that I can tell
Stay here forever trapped
Inside my own mind:
I know every corner so well
And I fear that when I finally find the will
The atrophy will keep me lying still
But I’m tired of the darkness
And I’m tired of the smell
But I’m torn; I don’t know anything else
And I’m tired of the nighttime
And I long for the day
But I’m torn; I don’t know another way
Running blind, out of breath
Spinning the wheel
But getting nowhere:

Tradução da letra

Correndo cego e sem fôlego
Mas na direcção errada
Não me lembro nem reconheço.
O meu próprio reflexo
Fechei - me numa cela que não consigo arrombar.
A minha chave para a soberania está fora de alcance.
Não me consigo libertar:
Não consigo aguentar a minha última refeição
Não posso voltar atrás a mão eu dou
Sinto que estou preso em terra estrangeira
Exilado pela minha mão de martelo
Um rato numa gaiola
Estou a girar a roda
Mas não chegar a lado nenhum
A forca ... o meu palco
Sou visto por todos
Não tocar para ninguém
Este poderia ter sido o meu melhor dia.
Uma droga que me despende, o preço que pago
Não posso deitá-lo fora.:
Não consigo aguentar a minha última refeição
Não posso voltar atrás a mão eu dou
Sinto que estou preso em terra estrangeira
Exilado pela minha mão de martelo
A jaula em que estou está formada
Do meu próprio design:
Não há saída que eu possa ver
Ficar aqui para sempre preso
Dentro da minha própria mente:
Conheço todos os cantos tão bem.
E temo que quando finalmente encontrar a vontade
A atrofia vai manter-me quieta.
Mas estou cansado da escuridão
E estou cansado do cheiro
Mas estou dividida, não sei mais nada.
E estou cansado da noite
E anseio pelo dia
Mas estou dividida, não conheço outra maneira.
Correndo cego, sem fôlego
Girar a roda
Mas não chegar a lado nenhum: