Emmerson Nogueira — The Boxer / Mercedes Benz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Boxer / Mercedes Benz" de Emmerson Nogueira.

Letra

I am just a poor boy, though my story’s seldom told.
I have squandered my resistance,
For a pocketful of mumbles, such are promises.
All lies and jest.
Still a man hears what he wants to hear and disregards the rest.
When I left my home and my family I was no more than a boy,
In the company of strangers,
In the quiet of a railway station, runnin' scared.
Laying low, seeking out the poorer quarters,
Where the ragged people go.
Lookin' for the places, only they would know.
Lie-la-lie …
Asking only workman’s wages I come lookin' for a job,
But I get no offers,
Just a come-on from the whores on Seventh Avenue.
I do declare there were times when I was so lonesome,
I took some comfort there.
Oooh la, la, la …
And the years are rollin' by me.
They are rockin' evenly.
I am older than I once was, and younger than I’ll be.
That’s not unusual.
It isn’t strange,
After changes upon changes, we are more or less the same.
After changes, we are more or less the same.
Lie-la-lie …
Then I’m laying out my winter clothes and wishing I was gone,
Going home, where the New York City winters aren’t bleedin' me.
Leadin' me, to goin' home.
In the clearing stands a boxer and a fighter by his trade,
And he carries the reminders of every glove that laid him down,
Or cut him 'til he cried out in his anger and his shame,
«I am leaving, I am leaving.»
But the fighter still remains.
(Gracias a je por esta letra)

Tradução da letra

Sou apenas um pobre rapaz, embora a minha história raramente seja contada.
Desperdicei a minha resistência.,
Para um bolso cheio de murmúrios, tais são promessas.
Tudo mentiras e brincadeiras.
Ainda assim, um homem ouve o que quer ouvir e ignora o resto.
Quando deixei a minha casa e a minha família, não era mais do que um rapaz.,
Na companhia de estranhos,
No silêncio de uma estação ferroviária, correndo com medo.
Escondido, à procura dos bairros mais pobres,
Para onde as pessoas esfarrapadas vão.
À procura dos lugares, só eles saberiam.
Lie-la-lie …
A pedir apenas o salário de trabalhador venho à procura de emprego,
Mas não recebo ofertas.,
É só uma notícia das prostitutas da Sétima Avenida.
Declaro que houve alturas em que me sentia tão só.,
Confortei-me lá.
Oooh la, la, la …
E os anos passam por mim.
Estão a balançar uniformemente.
Sou mais velho do que era e mais novo do que serei.
Isso não é invulgar.
Não é estranho.,
Depois de mudanças, somos mais ou menos iguais.
Depois das mudanças, somos mais ou menos iguais.
Lie-la-lie …
Depois estou a despir as minhas roupas de Inverno e a desejar ter partido,
Ir para casa, onde os invernos de Nova Iorque não me sangram.
A levar-me para casa.
Na clareira está um pugilista e um lutador pela sua profissão,
E carrega as lembranças de todas as luvas que o deitaram.,
Ou cortá-lo até ele gritar com a sua raiva e vergonha,
"Vou-me embora, Vou-me embora.»
Mas o lutador ainda permanece.
(Gracias a je por esta letra)