Emilie Autumn — Nearer Than You letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nearer Than You" de Emilie Autumn.

Letra

How can a woman tell when love is gone
From love that merely sleeps but deep inside
Has still the root the stem and flower grow on And so dreams not to die but sleeps to hide?
Perhaps when the clouds drifting by make more noise
Than amorous whispers you aimlessly breathe
And croakings of paddocks speak with greater poise
Than lilypad speeches with nothing beneath
And so I’ll confess what I know to be true
Bullfrogs have more eloquence than do you
When days are longer than they used to be And nights are maddening eternity
With only forced sighs to interrupt
The same repose your lips would once corrupt
I’ll steal me away so your soul shall not wake
Though more than my absence to rouse it would take
Across from the meadow and down to the pond
To sink myself up to the waist then beyond
For water knows better in love what to do And plays with its prey with more passion than you
In dreaming one may oft' release his grasp
On what to conscious minds is naught but clear
That once the time of questioning is near
Chance there is none to hide the fatal asp
Who follows me silently onto the shore
Where I learn to cherish my new solitude
And feel with precision what ere had been rude
Yes, I shall return to thy bed nevermore
Born was I with one heart; I ask not for two
When rushes and lilies press nearer than you

Tradução da letra

Como pode uma mulher dizer quando o amor se foi
Do amor que apenas dorme, mas no fundo
Ainda a raiz do caule e da flor cresce e assim sonha não morrer, mas dormir para se esconder?
Talvez quando as nuvens flutuarem façam mais barulho
Do que sussurros amorosos que respiras sem rumo
E os corvos de cadeados falam com grande postura
Do que discursos de lilypad sem nada por baixo
E assim confessarei o que sei ser verdade
Os Bullfrogs têm mais eloquência do que tu.
Quando os dias são mais longos do que eram e as noites enlouquecem a eternidade
Com apenas suspiros forçados a interromper
O mesmo repouso que os teus lábios outrora corromperiam
Vou roubar-me para que a tua alma não acorde.
Embora mais do que a minha ausência para despertar levaria
Do outro lado do Prado até ao lago
Para me afundar até à cintura e depois para além
Pois a água sabe melhor no amor o que fazer e brinca com sua presa com mais paixão do que você
Ao sonhar, pode-se muitas vezes libertar o seu alcance.
Em que se concentram as consciências?
Que uma vez que o tempo do interrogatório está próximo
É possível que não haja ninguém para esconder a asp fatal.
Que me segue silenciosamente até à costa
Onde aprendi a valorizar a minha nova solidão
E sentir com precisão o que havia sido rude
Sim, nunca mais voltarei para a tua cama.
Nasci com um só coração; não peço por dois
Quando as rusgas e os lírios se aproximam de TI