Emergence — Blue Muse letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Blue Muse" de Emergence.

Letra

I can see you now
You’re looking far away
I wonder if you’re dreaming of
A happy future day
Your body poised and still
Your face composed serene
The moving forms around you
Seem like actors in a scene
Now you lie alone at night
Won’t you call my name
I can tell you don’t feel right
Won’t you call my name
When you break down and weep
Do you call my name
Just before you go to sleep
Do you call my name
I reach to touch your face
Your skin is smooth and cool
You forbear with dignity
While I feel like a fool
You look into my eyes
I see your thoughts collide
The only indication of
What’s going on inside
Now you lie alone at night
Won’t you call my name
I can tell you don’t feel right
Won’t you call my name
When you break down and weep
Do you call my name
Just before you go to sleep
Do you call my name
A disconcerting feeling
Has struck me once again
A hollow sort of sickness
That consumes me from within
I search your face for feeling
The slightest little sign
A crack in the facade that shows
That underneath, you’re mine

Tradução da letra

Posso ver - te agora.
Estás a olhar para longe.
Pergunto - me se estás a sonhar
Um dia futuro feliz
O teu corpo firme e imóvel
O teu rosto é sereno
O movimento forma-se à tua volta
Parecem actores numa cena
Agora estás sozinha à noite
Won't you call my name
Posso dizer que não te sentes bem.
Won't you call my name
Quando você derruba e chora
Chamas o meu nome
Mesmo antes de ires dormir
Chamas o meu nome
Estico a mão para tocar na tua cara
A tua pele é suave e fria
Tens de respeitar a dignidade
Enquanto me sinto um idiota
Olha-me nos olhos
Vejo os teus pensamentos colidirem.
A única indicação de
O que se passa lá dentro?
Agora estás sozinha à noite
Won't you call my name
Posso dizer que não te sentes bem.
Won't you call my name
Quando você derruba e chora
Chamas o meu nome
Mesmo antes de ires dormir
Chamas o meu nome
Um sentimento desconcertante
Atingiu-me mais uma vez
Uma doença oca.
Que me consome de dentro
Procuro o teu rosto por sentimentos
O mais pequeno sinal
Uma fenda na fachada que mostra
Que por baixo, és minha