Elliott Smith — New Disaster letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "New Disaster" de Elliott Smith.

Letra

Ghost of your smile always looking for new bodies to haunt
And it's been here
And disappeared
It's hanging around aloofly for a while, gradually gone
It's pleasing
And freezing
While I wonder what it is you're after
Keeping company with this disaster
You looked all over town, got turned around and walked back through the mud
The kind you had left behind you
Everybody's the same in this long knowing game
Where every new blood gets time to become resigned
Now I wonder what it is you're after
Keeping company with this disaster
Why never try to tame your master
You just blow through the coals
Blow through the coals
Blow through the coals till everyone knows
That your smile is just a ghost
The ghost of your smile was seen on a body in the park
It's old news
You see that it's no use
Waiting to start, waiting to lie, wait until dark
I told you man, I told you
While I wonder what it is you're after
Keeping company with this disaster
Why you never try to tame your master

Tradução da letra

Fantasma do teu sorriso sempre à procura de novos corpos para assombrar
E tem estado aqui
E desapareceu
Anda por aí à solta por uns tempos, e vai-se embora gradualmente.
É agradável.
E congelante
Enquanto me pergunto o que procuras
Fazer companhia a este desastre
Olhaste por toda a cidade, viraste-te e voltaste pela lama
Do tipo que deixaste para trás
Todos são iguais neste jogo de saber
Onde cada novo sangue tem tempo para se resignar
Agora pergunto-me o que procuras.
Fazer companhia a este desastre
Porque nunca tentas domar o teu mestre?
Sopras pelas brasas
Sopra pelas brasas
Sopra pelas brasas até que todos saibam
Que o teu sorriso é apenas um fantasma
O fantasma do teu sorriso foi visto num corpo no parque
São notícias antigas.
Vês que não vale a pena
Esperando para começar, esperando para mentir, esperar até escurecer
Eu disse-te meu, eu disse-te
Enquanto me pergunto o que procuras
Fazer companhia a este desastre
Porque nunca tentas domar o teu mestre